APENAS MAIS UM SONETO

APENAS MAIS UM SONETO
*
Era um poema limpo, franco, honesto,
Expurgado de acessórios, quase nu,
Empunhando a bandeira do protesto
Que improvisara sobre pano cru
*
E, mais do que poema, é sempre o gesto,
E para além do gesto, serás tu
Quem subscreve as ideias que eu lhe empresto,
Ou quem vai rejeitá-las, por tabu.
*
Raramente o poema se previne,
Que quanto mais se expõe, melhor define
A força da razão que o fez nascer
*
E, ainda que armado, é pacifista,
Pois mesmo que apoucado inda conquista
E mesmo sem poder, diz quanto quer.
*
Maria João Brito de Sousa – 16.10.2018 -12.25h
Verdade e em sintonia
ResponderEliminarpara desejar um belo dia
e noite também...
Há sessão de cinema
Beijinhos de aqui
Sessão de cinema? Vou já espreitar!
EliminarBoa sessão, Anjo. Beijinhos daqui
Gostei de ler.
ResponderEliminarAbraço
:) Bom dia, Elvira.
EliminarMuito obrigada. Abraço!