DA CONTEMPORANEIDADE DO SONETO

DA CONTEMPORANEIDADE DO SONETO
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Expande-se a poesia e congemina,
Para além de conceitos desgastados,
Conceitos livres, novos, enquadrados
Numa visão mais ampla e genuína
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Que não quer dominar, nem se domina,
Se exige que fiquemos acordados
Perante os muito dúbios resultados
De quem pensa ensinar mas pouco ensina.
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Abre, o soneto, portas e portões,
Insinua-se e explode em reflexões
Pr`além do descritivo e narrativo,
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Ousando as suas próprias deduções,
Indo além da aparência, entre ilusões,
Num gesto sempre humano e criativo.
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Maria João Brito de Sousa – 28.12.2018 – 11.50h
Imagem meramente ilustrativa, retirada daqui
Ser ou não
ResponderEliminarserá sempre a grande questão
tal o se
Beijinhos e uma bela noite aconchegada
Sim, Anjo, tal qual o SE, do Kipling
EliminarBeijinhos e uma noite bem quentinha para ti