(I)LIMITES & PARADOXOS

(I)LIMITES & PARADOXOS
*
Entre vivos e mortos levantamos
Montanhas de aço vivo e de vontade
Contra as quais esbarrarão os grandes amos
Dos medos, quais torpedos de ansiedade,
*
Mas se no espanto imenso em que nos damos
Abstrusa, a novilíngua nos invade,
À nossa antiga concha retornamos,
Pela libertação da liberdade.
*
E mudamos. Ó céus!, como mudamos
Quer queiramos mudar, quer não queiramos,
Sem dúvida em excessiva velocidade,
*
Ultrapassando mesmo a ubiquidade...
Porém, na rapidez com que avançamos,
Quem mede o estado ao estado a que chegamos?
*
Maria João Brito de Sousa – 06.01.2019 – 13.44h
Tela de Jean Michel Basquiat, retirada daqui
Que assim seja!
ResponderEliminarBelo poema.
Beijo meu
Ana Tapadas
Eliminar:) Obrigada, Ana.
EliminarBeijo meu, também para si
Complexa a nossa noção de tempo, do que fomos e queríamos ter sido, do que somos e do que desejaríamos ser.
ResponderEliminarAbraço, boa semana, bom ano
Somos seres extremamente complexos, amiga.
EliminarTanto quanto o meu conhecimento alcança, somos os mais complexos seres sobre o planeta Terra e os únicos capazes de desenvolver sistemas de conhecimento e estudo do comportamento tão profundos quanto a Ética.
Ainda não consegui ler "A Herança", mas contactá-la-ei assim que consiga terminar a leitura. Tenho, infelizmente, as minhas leituras todas em atraso por falta de tempo e de acuidade visual...
Grato abraço.
Boa e feliz noite aconchegada
ResponderEliminarque até o frio se nota
em cada palavra
que deixo brrrrrr hé hé hé
E realmente é galopante
este estado de coisas
em cada quadrante
Beijinhos de aqui dos Calhaus
Nem digas isso que me arrepias, Anjo
EliminarNoite aconchegada para ti, que eu também já tenho o João Pestana a chamar por mim
Beijinhos
Sinto, neste momento
ResponderEliminarque apenas Deus é lento
infinitamente lento
Compreendo-te, Rogério.
EliminarForte abraço, que eu estou infinitamente cansada, mas não quero desistir ainda.