MERA ILUSÃO
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MERA ILUSÃO
*
Um vinco suspeito no cetim da frase,
Destrói pela base aquilo que aceito
Sobre tal defeito. Passo à nova fase;
Que nada me atrase, pois nada é perfeito
*
E eu fico sujeito a que mais me arrase
Se tão só vir gaze num modelo eleito
Tecido a preceito por mão kamikaze
Que se revoltasse de o ver tão escorreito.
*
Uma imperfeição assim, tão pequena,
Não vale uma pena da minha atenção
Sem hesitação, permaneço serena
*
Olhando essa amena, pequena infracção
Com que a má visão desconcerta e me acena;
Que espanto, ou que pena! Era mera ilusão!
*
Maria João Brito de Sousa – 19.01.2019 – 12.25h
Soneto em verso hendecassilábico com rima interior encadeada
Imagem retirada daqui
Gostei de ler o poema, mas não gostei de saber que não está melhor. Sem deixar a medicação de lado, mas como um reforço, experimente ter ao pé de si especialmente durante a noite um pires com um cebola cortada ao meio. Várias pessoas me disseram que se davam bem para as gripes e tosses. Eu estou a fazer.
ResponderEliminarAbraço e bom domingo
Muito obrigada, Elvira.
EliminarJá experimentei toda a espécie de paliativos, incluindo pachos de alcóol sobre o peito, mas ainda não experimentei esse. Vou experimentá-lo esta noite e fico-lhe muito agradecida.
Forte abraço, amiga.
E vivam as palavras
ResponderEliminarpara um bom e sossegado Domingo
de raios de Sol a que brindo
Feliz dia e beijinhos de aqui
Obrigada, Anjo.
EliminarFeliz Domingo também para ti.
Beijinhos