UM POENTE DIFERENTE, À BEIRA-TEJO - Cavalo desenhado a ferro e fogo
Quis falar do Mondego e, na verdade, É desta foz do Tejo que vos falo, E cresce cá por dentro a voz que calo Pr`a conter as saudades sem saudade. Solta-se o sonho oblíquo à claridade E a linha de horizonte é um cavalo Que não sei se lá está, se imaginá-lo É mera ilusão de óptica, ou vontade, Pois galopa um poente à beira Tejo Rumo a estranhas lonjuras que nem vejo Por estarem tão além do meu futuro Que, do que vi, me sobra o claro espanto De um cavalo-solar que aqui levanto Rasgando, a ferro e fogo, um céu já escuro. Maria João Brito de Sousa – 01.11.2011 – 16.00h

Memórias que ficam para toda a vida.
ResponderEliminarAmiga, o seu comentário hoje foi o número 38.000. Quando um comentário atinge o milhar, costumo enviar uma das minhas novelas ao leitor que o fez.
Não tenho o seu email. Se estiver interessada em receber a novela "A Herança" diga-me.
Fica aqui o meu email elviracarvalho328@gmail.com
Abraço
Muito obrigada, Elvira, assim farei.
EliminarEstas pequeninas-grandes memórias ficam para toda a vida, sim. Não sou de modo nenhum uma pessoa saudosista, mas também tenho os meus momentozinhos de nostalgia.
Abraço.
Bom fim de Semana
ResponderEliminare também ao Coelhinho que encanta
É a minha mãe, Anjo, não sou eu, embora eu seja bastante parecida com ela. Até nas mazelas que dela herdei, todinhas, todinhas...
EliminarJá tem uns bons anos, esta fotografia
Bom e agasalhado fim-de-semana para ti.
Bjinhos