UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google

Gostei de ler, este poema de novos tempos velhas lutas.
ResponderEliminarDesejo que a sua consulta corra bem
Um abraço e um 2019 com mais saúde. Tudo de bom.
Obrigada, Elvira.
EliminarUm bom 2019 e que a sua consulta também corra muito, muito bem.
Abraço.
E assim anda esta Geringonça
ResponderEliminarde venenos e tachos mal lavados
aldrabadas e ervas daninhas sonsas
Beijinhos e um bom e feliz dia em alegria
A luta continua, Anjo
EliminarBeijinhos