À MEA
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À MEA
*
Que possa Juno em Junho consolar-te
De tão imensa dor. Eu nem me atrevo
A mais do que entender-te e abraçar-te,
Pois mais não sei. Só sei que mais não devo
*
Porque, afinal, que mais terei pra dar-te
Pr`além do que te dou quando te escrevo,
Se me sabe a tão pouco desejar-te
Coragem, nas palavras que aqui levo?
*
Pra dor que só se espelha na mudez,
Nem eu vejo o consolo que não vês
Nos abraços sentidos que te oferecem,
*
Mas nada mais te posso oferecer
Pois, quando a vida assim nos faz doer,
Só o Tempo imporá que as dores dispersem.
*
Maria João Brito de Sousa – 05.06.2019 -11.00h
Imagem retirada daqui
Um poema muito interessante.
ResponderEliminarO tempo é a cura para muitos males.
Abraço
Assim é, minha amiga Elvira.
EliminarE quando não os cura, pelo menos ameniza-os.
Obrigada e um abraço grande.
Um sorriso largo é mesmo assim
ResponderEliminarem palavras sem fim
Um belo dia e Beijinhos de aqui
Será mais um dia de hospital, Anjo...
EliminarBeijinhos e um feliz dia para ti