UM POENTE DIFERENTE, À BEIRA-TEJO - Cavalo desenhado a ferro e fogo
Quis falar do Mondego e, na verdade, É desta foz do Tejo que vos falo, E cresce cá por dentro a voz que calo Pr`a conter as saudades sem saudade. Solta-se o sonho oblíquo à claridade E a linha de horizonte é um cavalo Que não sei se lá está, se imaginá-lo É mera ilusão de óptica, ou vontade, Pois galopa um poente à beira Tejo Rumo a estranhas lonjuras que nem vejo Por estarem tão além do meu futuro Que, do que vi, me sobra o claro espanto De um cavalo-solar que aqui levanto Rasgando, a ferro e fogo, um céu já escuro. Maria João Brito de Sousa – 01.11.2011 – 16.00h
Bom e feliz fim de Semana MJ
ResponderEliminarBeijinhos
Muito obrigada, Anjo.
EliminarPeço-te mil desculpas pela demora, mas não tenho estado nada bem e tudo tem estado muito complicado por aqui.
Feliz fim-de-semana também para ti. Beijinhos
Boa Semana MJ
ResponderEliminare um belo dia também
Beijinhos
Obrigada, Anjo!
EliminarDesculpa-me o atraso, mas nem tenho conseguido vir à minha caixa de correio...
Beijinhos e um bom restinho de semana
Bom fim de Semana MJ
ResponderEliminarcom saúde da boa
Beijinhos de aqui
Minha trova vai à distância,
ResponderEliminarao ultrapassar o Atlântico,
para sentir a constância
desse teu poema romântico.
Cara Maria,
Teus poemas, em distintas formas, me ensinam a ver na poesia não só uma arte como também uma técnica. Arte e técnica que veem o mundo como razão e emoção.
Que Deus te dê saúde e luzes para propagar para o mundo a tua arte com amor e talento.
António Ferreira,
Belém - Pará - BRASIL
Muito grata pela sua trova e pelos seus bons votos, poeta amigo António Ferreira.
EliminarMinha trova é curta, agora
Que mal tem olhos pra ver,
Mas leu tudo e diz que adora
Tudo o que acabou de ler.
Forte abraço!
Cara amiga poetisa,
ResponderEliminarPermita-me a retificação em minha trovinha, do vocábulo POEMA para POETAR, pois este se amolda bem melhor à mensagem enviada.
António Ferreira,
Belém - Pará - BRASIL
À poetisa Maria João Brito de Sousa
ResponderEliminarOeiras - Portugal
Minha trova vai à distância,
ao ultrapassar o Atlântico,
para sentir a constância
desse teu poetar romântico.
Boa semana MJ
ResponderEliminare muita saúde desejo-te eu
“Pós civilização”
ResponderEliminarEspaço tempo velocidade
Se ao quadrado aceleração
Está ao rubro a realidade
Prestes a tornar-se ficção
Todos assistem é verdade
Poucos têm a percepção
Desmorona a integridade
Amarra-se o tempo à razão
Razão que a razão enaltece
Em troca duma breve ilusão
Onde cada cenário favorece
A prática da desumanização
Já que o progresso acontece
Em tempo de pós civilização.
ALTA-TENSÃO
Eliminar"Em tempo de pós civilização"
Pouco tenho já pra dar...
Falta a vista e o coração
Já ameaçou parar
Num jogo de alta tensão
Que nem sei se sei jogar...
Porém, sem hesitação,
Tento aqui continuar,
Pois s`inda comigo conta,
Inda que fraquita e tonta,
Tentarei não estar ausente
Como estive desta vez
(duas semanas? Um mês).
Peço perdão. Estou doente...
Maria João
Renovo o meu pedido de desculpa, Poeta. Cada vez vejo menos e o coração também não anda grande coisa.
Forte abraço
Gestação floral, por vezes olha-se e não se vê, hoje não olhei apenas vi a beleza dessa obra.
ResponderEliminarBoa semana agradável
ResponderEliminare com muita saúde desejo eu MJ
Beijinhos