SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***
Bom dia que a chuva lá fora
ResponderEliminarnão há meio de se ir embora embora faça falta…
Beijinhos e um belo dia MJ
Hoje, por aqui, já faz um solzinho meio envergonhado, Anjo
EliminarBeijinhos e bom dia para ti, também
Bom fim de Semana
ResponderEliminarcom alegria e nostalgia MJ
Desculpa-me o atraso, Anjo
EliminarBoa semana e um belíssimo mês de Dezembro para ti
Beijinhos
Vamos acordar
ResponderEliminarque o Sol lá fora
está a brilhar
e aquece-nos por agora
Beijinhos
Boa semana MJ
ResponderEliminarEstou a preparar-me para sair para uma consulta médica, Anjo.
EliminarObrigada, boa semana e beijinhos
"Sofisticação"
ResponderEliminarNa métrica sofisticada
Da ultra sofisticação
Estética foi endeusada
Ética tornou-se senão
Tendo sido pendurada
Às vis mãos da corrupção
Construi-se a auto estrada
Muito antes da viação
E a frota foi enterrada
Não chegara à invenção
Viu-se o mundo regredido
À era da pedra lascada
Onde o amor foi a leilão
Pois não era consentido.
"Pois não era consentido"
EliminarE na negra perspectiva
Disso vir a acontecer,
Fico de queixo caído
Maldizendo ao que me priva
De escrever. E de viver.
Maria João
Bom dia, Poeta! Tenho estado sem computador, com outra infecção, com o coração a dar sinais de alarme e com os olhos cada vez menos funcionais... desculpe-me.
Feliz Natal para si e para toda a família!
"Surrealismo"
ResponderEliminarSurrealismo é realidade
Não adianta a negação
Em tempos de plasticidade
Eivados de desumanização
Morte à busca p'la verdade
Lema urgente da revolução
Mentira trás a felicidade
Todos com grilheta na mão
Desçam avenidas de liberdade
Para escutar com atenção
Em jeito de novidade
Rimas duma nova canção
Bandeiras p'rá posteridade
Hinos avessos à razão.
Prof Eta
"Hinos avessos à razão"
EliminarHá muitos, demasiados...
Eu, se tivesse visão,
Cantá-los-ia mudados
Mas assim, sem condição
Para dar-me a tais cuidados,
Fico lerda e sem acção
Quando os oiço mal cantados.
Que se passa? Pouco sei
Do que vai por este mundo
E se calada fiquei
Pois por nada me confundo,
Foi de um vírus que encontrei,
Um vírus malvado, imundo.
Maria João
Poeta, tenho estado sem computador porque o meu - um vírus? - morreu há alguns dias, durante a noite, depois de ter actualizado.
Também estou a perder acuidade visual a cada dia que passa e hoje estou a ultrapassar largamente os poucos minutos de leitura que me vou dando ao luxo de conseguir. Tenho uma enorme dor de cabeça, estou a tentar combater a minha milésima infecção urinária e o coração continua a dar-me que fazer. Desculpe a demora. FELIZ NATAL para si e todos os seus!
Bom fim de Semana MJ
ResponderEliminaragasalhado que o frio e a chuva
são maus pra nós
Beijinhos
Desculpa-me o atraso, Anjo! Para além de estar pior de saúde, fiquei sem computador durante uns negros dias...
EliminarBoa semana e um beijinho!