E PARA QUASE TODOS, QUASE NADA
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DEPOIS
ou
E PARA QUASE TODOS, QUASE NADA
*
Depois a gente chora, a gente ri,
A gente, como dantes, nasce e morre
E há-de calar-se a voz que em mim discorre
Sobre as coisas que agora escrevo aqui
*
Alguém virá dizer-vos que morri,
Outro alguém cuidará do que me sobre
(que não é pouco, embora eu seja pobre)
E talvez sobreviva o que escrevi.
*
Isto temos por certo, mas enquanto
Houver lugar prá vida e para o espanto,
Aproveitemos esta caminhada
*
Que quase nunca é fácil e segura
Já que pra muito poucos há fartura
E para quase todos, quase nada.
*
Maria João Brito de Sousa - 24.05.2020 - 10.50h
Eu, ontem. memorando Maria Velho da Costa.
Verdade verdadinha
ResponderEliminarmas, mas mas
que bonita carinha
que vejo
pra um "bom dia alegria"
Beijinhos