"P" de PECADO
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“P” de PECADO
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Pequei! Pesada pena, pausas parcas,
Postulam prolongadas privações.
Penosamente parem patriarcas,
Póstumo pó, perpétuas punições.
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Perdido o prumo, pesa(m)-me Petrarca(s).
Procuro pastos. Prendem-me prisões
Profanadas por penas de plutarca(s).
Proféticas. Prováveis. Previsões.
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Púdicos pés pisei. Pratos parti.
Perdidamente presa, paz perdi.
Palimpsesto. Pintura. Palco. Ponto.
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Provei paz paralela. Podre paz!
Pobreza pressenti. Pão pertinaz...
Produzo; pumba, pumba! Peco? Pronto!
*
Maria João Brito de Sousa – 25.07.2018 – 13.51h
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Imagem - Eu, no quarto dos brinquedos da casa de Algés
Hé hé hé
ResponderEliminare eu que quase ia pra Padre
se o fosse, perdoava
mas de castigo avé Marias
de prosa e quadra
pois os tercetos são difíceis
piores que terra lavrada
de caneta se faz jus
a esta nossa desgarrada, sem acordeão
No desejo de uma bela tarde
Beijinhos de aqui dos Calhaus, a ferver
Com ou sem acordeão, uma boa desgarrada deixa-me a brilhar por dentro, Anjo...
EliminarPor cá, as novas são (quase) hilariantes; o meu termómetro ensandeceu e diz-me que tenho 97º de temperatura corporal, rsrsrs...
Que tenhas uma excelente tarde de Sábado!
Beijinhos
Em dia em que se celebra mais uma aniversário da fundação da Inquisição, bendito pecado!
ResponderEliminarCredo, Rogério!?!? Isso é lá coisa que se celebre???
EliminarEstás a brincar comigo, não estás?