(DES)ENTENDIMENTOS DE UM JOVEM CASAL
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(DES)ENTENDIMENTOS DE UM JOVEM CASAL
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(Soneto muito, muito ligeireirinho, em verso alexandrino)
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Depois da tarde mansa em que a conversa azeda
Quando o verbo leveda e a (des)conversa rança
O impropério avança embora nenhum ceda
Ao outro a confiança e a paz que se arremeda
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E o insulto suceda antes de haver bonança,
Que o "chinelo de trança" às vezes não se queda
Caso o gesto se exceda ousando a destemp`rança
E emerja como lança a altear a labareda.
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Depois hão-de acalmar. Sentados no poial
Saberão que afinal melhor fora calar
Do que tanto rabiar por um punho de sal
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Briguinhas de um casal que acabou de casar
Dissipam-se ao luar que banha o seu quintal;
Ninguém as leva a mal e um beijo as vem selar.
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Maria João Brito de Sousa - 06.07.2020 - 11.30h
Poema com fim feliz mas na vida real nem sempre é assim.
ResponderEliminarDesejo-lhe saúde.
L
Bem sei, L. , bem sei... esta foi uma briguinha inocente...
EliminarObrigada e um abraço
As brigas até podem ser saudáveis enquanto houver amor e principalmente respeito entre eles. Quando se perde o respeito nem o amor os salva. A minha avó costumava dizer:
ResponderEliminar"Briga de marido e mulher, debaixo dos lençóis se esquece"
Abraço e saúde
Concordo, amiga! Quando se perde o respeito, já nada há a fazer.
EliminarQuanto ao que a sua avó dizia, a minha avó materna dizia-o também
Abraço e saúde
Birrinhas fofinhas hé hé hé esperemos
ResponderEliminarBom e belo com alegria e humor MJ
Beijinhos
Quem dera que todas as birrinhas fossem assim, Anjo...
EliminarObrigada, um beijinho e vê se não te esqueces do protector solar