CAMINHO

CAMINHO...
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"Pra que seja o caminho e não o fim"
Desta odisseia num fio de navalha,
Embora f`rida não perco a batalha
E não me rendo nem sequer a mim.
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Sou muito mais floresta que jardim;
Tosca, conforme a natureza talha,
Tenho musgo a crescer por onde calha
E não vos sei dizer de onde é que vim.
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Estendo raízes por onde puder,
Deixo que os versos dancem ao sabor
Das tempestades, sem me recolher.
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Tanto vivi que já me sei de cor;
Quanto mais duro o rumo a percorrer,
Mais forte eu chegarei seja onde for.
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Maria João Brito de Sousa - 09.02.2021 - 19.42h
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Soneto concebido a partir do último verso do poema CAMINHO da autoria de Laurinda Rodrigues.
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Imagem retirada daqui
Lindo! Obrigada pela partilha!
ResponderEliminarDia feliz!
Muito obrigada, Ana D.!
EliminarDia feliz também para si
Abraço
Tão bonito, Maria João!
ResponderEliminarA força da natureza, feita mulher--poeta.
Abraço e saúde
Fico-lhe muito grata pela gentileza destas palavras, Elvira!
EliminarAbraço grande!
Sempre maravilhosos os seus poemas, brotam em catadupa.
ResponderEliminarUm abraço
L
Muito obrigada, L.
EliminarForte abraço
Caminhos percorridos em Outrora, os mesmos percursos, mas diferentes Agora.
ResponderEliminarMuita saúde!
Obrigada, Francisco!
EliminarO tempo e a doença deixam-nos feias marcas no corpo, mas podemos sempre trabalhá-las até que se transformem em belas montanhas...
Muita saúde e o meu fraterno abraço
Onde vais buscar toda essa força, poeta?
ResponderEliminarDepois de te ler, nunca mais terei o direito ao lamento!
E não o farei, promessa de árvore da tua floresta!
Não sei, Rogério, não sei ao certo; talvez à vida, talvez à muralha de aço das minhas convicções...
EliminarObrigada e um abraço grande
Assim descritas
ResponderEliminarbem bonitas
as árvores dos nossos caminhos
Bom dia com alegria
que suas Exas mirabolantes
na diária sinfonia
numa palavra arrepiantes '_~`) enfim
Beijinhos de aqui MJ
Ahhh, vou já, vou já, Anjo!
EliminarObrigada e beijinhos daqui, do meu estuário