UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google

Abril e Maio para sempre o mês das flores, da nossa libertação, do nosso imaginário que nos emociona até ao último dia.
ResponderEliminarUm abraço
L
É isso, L. ; até ao último dia!
EliminarObrigada e um forte abraço
«Entre trabalho e poder
ResponderEliminarE entre escravos e senhores;
Quem batalha há-de vencer,
"Maio é o mês das flores"!»
Lapidar
Obrigada, Rogério! :)
EliminarForte abraço
Tou indo tagadap tagadap tagadap
ResponderEliminarRsrsrsrsrsrsrs
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