FELIZ NATAL!

FELIZ NATAL!
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Prometi que olharia este Natal
Tal qual via o Natal quando menina...
Embora agora assim o não defina,
Será na minha infância que, afinal,
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Acharei a semente original,
O pouco do qual tanto se origina,
Longínquo e tão profundo quanto a mina
Na qual cresceu a gema do meu sal;
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Daí vêm o musgo e a lareira,
O conforto que enchia a casa inteira
E o forte aroma a seiva e rabanadas...
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Hoje, sobra-me a baga de azevinho
E um cacto que reluz em cada espinho
Pra celebrar os meus pequenos nadas.
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Mª João Brito de Sousa
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23.12.2021 - 12.30h
Maria João
ResponderEliminarO soneto está um primor assim como a foto que lembra o Natal.
Retribuo e agradeço muito sensibilizada os votos de Feliz Natal e Ano Novo que deixou no meu Maresias.
Muito obrigada!
Beijinhos
:)
Muito obrigada, Piedade
EliminarAqui renovo os meus votos de um Feliz Natal
Beijinhos
É o nosso trem de vida MJ
ResponderEliminarmas com alegria e harmonia
é bom a cada dia
Bom e feliz Natal querida amiga, beijinhos
É sempre com muita alegria que recordo os meus natais de menina, Anjo meu
EliminarFeliz Natal
Beijinhos
É inevitável recordar os natais da nossa infância.
ResponderEliminarSaúde, um abraço.
É bem verdade, L.
EliminarSaúde e o meu forte abraço
Querida Maria João,
ResponderEliminarFeliz Natal minha amiga, com a magia do Natal da sua infância e a beleza dos seus versos cheios de tudo!
Um grande beijinho e um abraço apertado!
O mesmo lhe desejo, Blue Bird
EliminarApesar de todos os apesares, que tenha um muito Feliz Natal
Beijinho grande e abraço apertado
Gostando de ler. Poema lindíssimo. Deixo, votos de um FELIZ NATAL, extensivo à família e amigos/as.
ResponderEliminar.
Cumprimentos natalícios.
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Agradeço e retribuo os votos de Feliz Natal, Rik@rdo!
EliminarAbraço natalício
Fica sabendo
ResponderEliminarolhando eu o azinho
que teus pequenos nadas
nada tem a ver com espinho
E o mais estranho, é que sabes isso!
Abraço natalício
Tem pois, Rogério! Ou tu não reparaste que em vez de um pinheiro de Natal, tenho um enorme e belíssimo cacto de Natal com milhares de espinhos nos quais pendurei as luzinhas intermitentes?
EliminarAbraço natalício[<<-]
Um primoroso soneto, para não variar. :-) Desejo-lhe, com toda a sinceridade, que viva um Natal tão feliz quanto possível, sabendo, porém, que nunca nenhum Natal é igual aos da nossa infância. Esses eram irrepetíveis e ficam saudosamente guardados na nossa memória.
ResponderEliminarBem-haja, Fernando.
EliminarCuriosamente, é sempre com muita alegria que recordo os irrepetíveis natais da minha infância, não sou o tipo de pessoa que facilmente se perde em melancolias, embora reconheça que muitos dos que lerem a minha poesia poderão pensar exactamente o contrário...
Que tenha, também, um Feliz Natal, amigo