MAIS UM NATAL (reedição)
MAIS UM NATAL
*
Natal! Como se o Céu pudesse agora
Modificar de um sopro a Terra inteira,
Reconstruindo o Mundo de maneira
A decidir quem nasce e a que hora...
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Como se o Sol, que a todos revigora,
Fosse o supremo fim desta canseira
E a luz que dele emana a derradeira
Tábua de salvação de quem cá mora...
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Natal! Como se as águas não jorrassem,
Como se as terras virgens não pulsassem
Na gestação selvagem dos seus lírios
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Como se as pedras não desmoronassem
Nem as chamas acesas se apagassem
Geladas nos pavios dos gastos círios.
*
Maria João Brito de Sousa
*
18.12.2011 – 15.17h
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Imagem - Tela de Candido Portinari

Feliz Natal!
ResponderEliminarBeijinhos
Obrigada e um Feliz Natal também para si, Cheia!
EliminarAbraço
Poema natalício que amei ler.
ResponderEliminar.
FELIZ DIA DE NATAL, extensivo à sua família e amigos/as.
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Agradeço e retribuo os seus votos de um Feliz Natal, Rik@rdo.
EliminarFraterno abraço
Poema profundo e bonito.
ResponderEliminarAinda assim que nunca nos falte esperança.
Bem-haja, Aqui Há Coração.
EliminarQue nunca nos faltem a esperança, a lucidez e a coragem.
Abraço
Como se nesse dia tudo fosse mudar. Impossível. É um poema corajoso.
ResponderEliminarSaúde, um abraço
L
Obrigada, L.
EliminarSou bastante mais corajosa do que o que possa parecer aos mais distraídos e um pouco menos do que aquilo que gostaria de poder ser sem magoar ninguém... :)
Saúde e um forte abraço
O anónimo que está antes... sou eu.
ResponderEliminarL
Apenas hoje encontrei este seu blog.
ResponderEliminarAgradeço a sua presença nas minhas Histórias e desejo-lhe Paz e saúde,
Boas Festas Maria João!
Manuela?
EliminarRetribuo agradecida os seus votos de Boas Festas!
Paz, Saúde e um grande abraço
Boas Festas MJ
ResponderEliminarcom alegria e saúde
o melhor destes dias pra todos
Bom e melhor 2022 desde já, beijinhos
Boas Festas, Anjo meu [º<:}}}]
EliminarBeijinhos daqui do meu estuário quase mar
Poema tão intenso
ResponderEliminarquanto a tela de Portinari
(acho que em 2011
ainda não conhecia
a tua poesia)
Obrigada, Rogério!
EliminarPara te ser muito sincera, creio que foi por volta de 2012 que descobriste a minha poesia. Mas posso estar redondamente enganada.
Já lá vão uns dez anos; nasceram e "morreram" centenas de blogs neste espaço de tempo... ou tempo de espaço?
Forte abraço
Como se a vida não existisse antes das datas... pena que as bondades apareçam transitoriamente num dia marcado...
ResponderEliminarBoas Festas , saúde e um abraço.
lindo poema
Obrigada, Maceta!
EliminarRetribuo os votos de Saúde e Boas Festas!
Abraço
Que lindo poema, Maria João e como eu gosto do seu nome composto_ assim divinamente e da Flor que nele colocastes e que tão sutilmente diz tudo de ti _ adorei também a tela onde deparamos com uma realidade crua da nossa finitude.
ResponderEliminarE ... se o Natal pudesse mesmo reconstruir ! mas vamos seguindo amiga, certa de que por aqui o sol ja desponta em mais um Verão ora alegrando a juventude inconsequente ora devastando a terra com temporais que ninguém soube prever_ e nem prevenir .
Quem tem meios, cuida mesmo é de si.
Que o novo Janeiro venha para nós como vier ,e estejamos preparados minha flor , rs
grande abraço e demorei voltar - aí escrevendo muito.
Beijos e continue bem ok?
Bem re-vinda sejas, Lis
EliminarEspero que tenhas tido umas férias aprazíveis e que o teu Natal tenha sido feliz, apesar dos tantos (a)pesares.
A vida continua. Que seja "Natal em todo o mundo sempre que nasce um menino"!
https://amusicaportuguesa.blogs.sapo.pt/1186519.html
Um beijo