UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google

De entrada _ dois grandes poetas!
ResponderEliminarE o amigo Vítor( não atoa tem o nome do meu filho) rs foi perfeito,
dando a mote para a menina Flor.
Belíssimo os dois amigos ! É assim , quando nao podemos abraçar,
mandamos poesia. E como alimenta .! Amo isso, Maria
Quisera ter o talento! mas fico só usufruindo e me fortalecendo.
Um beijo aos dois
Obrigada pela parte que me cabe, Lis!
EliminarBeijo meu
Tagadap tagadap
ResponderEliminara ver se apanho uma cadeira
Uma amizade que se expressa numa forma bem original, documentos que ficam.
ResponderEliminarUm abraço, parabéns aos dois autores.
L
Obrigada pela parte que me cabe, L.
EliminarGostei imenso de poder participar neste dueto ao som do Canoas do Tejo
Forte abraço!
Adoro casas de fado. Musica que amo
ResponderEliminar.
Saudações poéticas
.
Pela parte que me cabe, agradeço, Rik@rdo!
EliminarFraterno abraço
Bom dia
ResponderEliminarque tudo vá bem e com saúde
para um belo fim de Semana
que chega MJ, beijinhos
Olá, Anjo!
EliminarQue tenhas, também, um excelente fim-de-semana, apesar da guerra, da hipotética "sexta-vaga" e dos aumentos brutais nos preços da energia...
Mas desejo-te MESMO um bom fim-de-semana na tua linda serra!
Beijinhos