(Soneto em decassílabo heróico) Meu espanto, como bicho degolado, É este quase-nada, este destroço, Que embora reduzido a pele e osso Faz frente a quem o tenha encurralado, É este não temer ser confrontado Com força natural, fera ou colosso, Que nega a frustração do “já não posso!” E muda, à dura sorte, o resultado. Meu espanto mora em mim, comigo vive, Mas pode exacerbar-se onde eu nem estive Se as asas dum poema o transportarem, Porque traz quanta força eu jamais tive Se enfrenta humilhação que o esgote ou prive Da voz que os sonhos meus lhe não negarem. Maria João Brito de Sousa – 30.10.2013 – 15,16h Imagem retirada da página do Partido Comunista Português
Aqui faz-se poesia erudita.
ResponderEliminarUm abraço.
L
Obrigada, L., mas só ontem aprendi o que era um Rondel, graças ao poeta Albertino Galvão, no Horizontes da Poesia...
EliminarConfesso que falhei redondamente na primeira tentativa, daí que este Rondel tenha o título que tem.
Reconheço que a erudição é uma virtude, mas a paixão é bem mais poderosa no que toca à criatividade. Continuarei a preferir escrever apaixonadamente os meus sonetos :)
Forte abraço!
Vai de roda
ResponderEliminaró Manel ó João
ó Vanessa olha o balão
que é quase S. João
de arquinho e balão
São crianças porque hoje é o Dia da Criança, Anjo
EliminarQuando chegarmos aos Santos Populares vou eu estar a tentar recuperar da cirurgia dentária e a ver, com o auxílio da minha equipa de enfermagem, se reequilibro os valores do INR ...