Imagem gerada pelo Chat-GPT a partir da leitura do poema * GAONESA REALENGA DECASSILÁBICA EM ARTE MAIOR * PALAVRAS LANÇADAS AO VENTO * Diz-me, Vento que levas nos teus braços Fragmentos de palavras por dizer, Se estas minhas palavras levarás Até aos povos que estão a sofrer E aos quais não chegam meus humanos passos? Bem sei que o que te peço é impossível Mas tudo o é até deixar de o ser... Tu, Vento, és imparável, invencível, E os meus recursos sempre foram escassos... Promete, Vento, que me ajudarás Nesta tarefa dura e imprevisível Que não quero deixar ficar pra trás * Leva ao Médio Oriente o que não sei Se irá aliviar os moribundos Mas que é tudo o que tenho pra lhes dar: Sou pobre e nunca tive os bolsos fundos Mas ao longo da vida acumulei Silêncios que calar não quero mais, Silêncios graves, pesados, rotundos, Que herdei de meus avós e de meus pais E que agora em palavras transformei, Palavras que só tu podes levar Porque são muitas, pesam-me demais, E eu já não as pos...
Pois eu já pensei o mesmo, neste inverno teremos de vestir mais roupa. Ficaremos tipo "homem Michelin".
ResponderEliminarUm abraço.
L
Nem sei como irei descalçar esta bota, L.
EliminarMesmo ligando o aquecedor - no mínimo, claro - já parecia o bonequito da Michelin, porque tenho hipotiroidite de Hashimoto e, se me não cubro de camisolas velhas, muito facilmente entro em hipotermia. E também já não posso correr, nem sequer fazer esforços físicos para tentar aquecer...
Vai ser um inverno "a doer", disso não tenho dúvidas.
Obrigada e um forte abraço!
Tou indo indo
ResponderEliminarver a bela paisagem