E ainda mais importante para esta co-autora que, por força das circunstâncias, continua em Reclusão :)
Conto com a boa vontade e a força de braços de um amigo (ocupadíssimo) que me emprestará uma cadeira de rodas e fará o favor de a empurrar sempre que eu tenha de percorrer uma distância superior a 50 metros.
Olá Mª João Adorava estar contigo e agradeço o convite, porém é-me impossível porque parto a 24 para Itália uma semana, quando regressar falo contigo para adquirir o livro.
Um abraço, boa semana, tudo a correr como desejas.
Fotografia de Carlos Ricardo * NAS TUAS MÃOS * Nas tuas mãos eu, ave, te confesso Que esvoaço, sucumbo e, já rendida, Procuro nessas mãos uma guarida Em que a chama que sou não tenha preço * Eu, ave, só te entrego o que não peço: Submeto-me à carícia prometida Nas asas da loucura em mim escondida Que tu não sonharás e eu nem meço * E que outra ave marinha ofertaria Tanta e tão profundíssima alegria, Que outra alma se daria em seda pura? * As tuas mãos… quem mais se atreveria A desvendar-lhes sede e fantasia Para enchê-las de amor e de ternura? * Maria João Brito de Sousa Maio 2007 ***
MULHER * Passeia-se apenas, sem fitas, sem folhos Trazendo nos olhos sorrisos e penas... Como esta há centenas, encontram-se aos molhos Por entre os restolhos, louras e morenas. * Marias e helenas que contornam escolhos, Com ou sem piolhos, virtuosas, obscenas, São como açucenas; a chave e ferrolhos Franzem os sobrolhos. Grandes ou pequenas * Derrubam empenas, são donas das ruas, Das marés, das luas... Em todos os astros Ergueram os mastros das coisas mais suas * E sempre assim, nuas, deixaram seus rastos Nos muros dos castros, no chão das faluas E até no que intuas dos seus corpos gastos. * Maria João Brito de Sousa - 03.02.2021 - 14.04h *** Gravura de Manuel Ribeiro de Pavia in LIVRO DE BORDO, de António de Sousa.
Que me invada, sustente e suporte Esta tão castigada impaciência Que, surgindo, me abrace e conforte Qualquer forma de alada aparência! Mas… pensando melhor, que desnorte Me invadiu e me impôs tanta urgência Quando a mão mais pesada da sorte Se abateu sobre a minha imprudência? Quanto mais pesa o corpo, mais pede, Mais e mais a razão se nos mede Pelas pautas de um sonho improvável Numas asas que a mente concede E que, às vezes, nos brotam da sede De um conceito ou de um gene insondável. Maria João Brito de Sousa -30.11.2012 – 19.56h IMAGEM - O último Anjo de Maria - Maria João Brito de Sousa, 1999
Um momento importante para os autores, cumpre-se a função da escrita.
ResponderEliminarUm abraço
L
E ainda mais importante para esta co-autora que, por força das circunstâncias, continua em Reclusão :)
EliminarConto com a boa vontade e a força de braços de um amigo (ocupadíssimo) que me emprestará uma cadeira de rodas e fará o favor de a empurrar sempre que eu tenha de percorrer uma distância superior a 50 metros.
Forte abraço!
Festa
ResponderEliminarque eu bem gostava
mas lá tão longe...
Boa e bela tarde com alegria MJ, beijinhos
Compreendo, , é mesmo uma grande distância...
EliminarQue seja alegre, este restinho de tarde
Beijinhos
Acredito que seja um fascinante livro de poesia
ResponderEliminar.
Cumprimentos poéticos
.
.
Obrigada, pela parte que me cabe nesta obra, Ryk@rdo :)
EliminarObviamente está também convidado e posso garantir que será muito mais do que um simples lançamento :)
Um abraço!
Farei por estar
ResponderEliminarEspero que sim, Rogério!
EliminarVai ser muito mais do que um simples lançamento. Depois verás :)
Forte abraço!
Olá Mª João
ResponderEliminarAdorava estar contigo e agradeço o convite, porém é-me impossível porque parto a 24 para Itália uma semana, quando regressar falo contigo para adquirir o livro.
Um abraço, boa semana, tudo a correr como desejas.
Tenho pena que não possas estar presente, mas se já tens um projecto de viagem, compreendo perfeitamente, Natália.
EliminarQue tenhas uma excelente estadia em Itália!
Um grande, grande abraço, minha amiga!