NÓS, HUMANOS - Reedição
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Imagem retirada da série documental 10 Segundos Para o Futuro
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NÓS, HUMANOS
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Cremos em anjos, demónios e santos,
Criamos deuses de humanas fachadas,
Tememos bruxas, duendes e fadas...
Que frágeis somos, mesmo sendo tantos!
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Vemos mostrengos por detrás dos mantos
Das nossas mentes pouco habituadas
A questionar-se quando confrontadas
Com dogmas pré-impostos por uns quantos.
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Assim somos! Assim nos coube ser
Na profusão de vidas a nascer
De que se encheu este astro todo inteiro
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E que me resta a mim senão escolher,
Já que negá-lo seria perder,
Teimar que isto que afirmo é verdadeiro?
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Maria João Brito de Sousa
10.04.2020 – 17.38h
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Nós, humanos, ainda não somos totalmente humanos.
ResponderEliminarUm abraço.
L
Não sei, não, L....
EliminarAcredito que somos humanos há cerca de três milhões de anos o que significa que somos um espécie ainda jovem. Talvez não sejamos ainda é tão humanistas quanto muitos de nós gostaríamos que todos fôssemos...
Forte abraço!
Os maiores demónios e os grande mostrengos, não habitam céus ou infernos. Eles estão entre nós, vestem elegantes fatos por medida e na maioria exibem sorrisos tão belos, quanto falsos.
ResponderEliminarTenho estado com problemas com a Internet, que vem intermitente e dura pouco tempo. Ontem estiveram aqui os técnicos trocaram o router, mas a ver se daqui em diante já não há falhas.
Abraço e saúde
É bem verdade, Elvira, os grandes mostrengos, vampiros e demónios vivem entre nós e quase todos se fazem passar por gente de bem...
EliminarEspero que o seu novo router resolva o problema. O meu primeiro router também deu o seu último suspiro há alguns meses, mas logo uma mão amiga que sei que conhece bem, o veio substituir por um novinho em folha e, desde então, não tenho tido quaisquer problemas com a net.
Um forte abraço
Temos em nós e entre nós, de tudo! Bom e mau. Votos de saúde e Paz.
ResponderEliminarOlá Maria João, as coisas na vida por vezes tem sintonias que nos surpreendem...
ResponderEliminarOntem fiquei a saber que a minha amiga americana sofreu uma trágica perda de um familiar muito jovem, fiquei muito abalada, mais ainda porque apesar do seu sofrimento, dedicou o seu tempo, generosa como sempre, para deixar um comentário de incentivo, na partilha do nosso dueto que fiz no Facebook.
Depois vim aqui e li este teu soneto com anjos, escolhas e vidas por viver, e se os domingos são para os ingleses o dia do Sol, e gosto muito do descanso que proporcionam, também são melancólicos porque eram os dias de visita aos meus pais quando o meu pai ainda era vivo, e às minhas avós em Lisboa quando era pequena (infelizmente faleceram ambas de doença oncológica no mesmo ano, há 42 anos).
E, em lugar do texto que há queria escrever sobre a minha avó materna, ou o texto que queria enviar para a minha amiga americana, surgiu um soneto que partilhei na página da Cotovia e Companhia, e também na página do Facebook onde já descobri a tua página Maria João e que agora sigo, tanto lá como cá.
Espero que hoje seja um bom dia, com ou sem rissóis ( o Marco publicou aqui no sardinhas em lata os quadradinhos muito giros a propósito de rissóis: https://sardinhasemlata.blogs.sapo.pt/sabado-447153 )
Abraço forte Maria João 🐦