A GESTAÇÃO DO POEMA
A GESTAÇÃO DO POEMA `* Quando a mente fervilha, o verso é brando E esgueira-se rumando em rota incerta Tal qual fora deixada a porta aberta De um vazio que ao tolhê-lo o vai calando. * Que lhe não dê ninguém voz de comando, Pois bem sabe caber-lhe estar alerta Se irrompe, ideia fora, à descoberta Daquilo que nem eu sei como ou quando `* Mas não sabe que parte e vai ficando Onde eu sei que o criei porque é criando Que sinto que arriscar me vale a pena * Do tanto que há de dor se, murmurando, De rompante me nasce e vai vingando O que, da mente à mão, se faz Poema. Maria João Brito de Sousa 09.07.2012 – 18.48h *** `` IMAGEM - MATERNIDADE - Tela de Wifredo Lam - 1902/82
É um conforto intelectual e uma alegria serena quando a poesia acontece.
ResponderEliminarUm abraço.
Se é, L.!
EliminarSó não estou muito segura de o verso/mote ser mesmo da poeta Custódia Pereira. O Horizontes da Poesia mudou-se para o Facebook e eu não me entendo nada bem com aquele espaço... Mas foi num poema dela que descobri o mote, isso foi.
Forte abraço!
É uma alegria, ler boa poesia!
ResponderEliminarBoa tarde, Maria!
Um abraço
Fico muito contente por poder tê-lo alegrado, Cheia!
EliminarBom feriado e um forte abraço!