UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google
Vivemos tempos imorais.
ResponderEliminarUm abraço.
Gostaria de poder contrariá-lo, L., mas... abaixo da superfície, do botox e dos confettis, é exactamente esta a nossa realidade.
EliminarUm abraço!
Bom e belo fim de Semana MJ, beijinhos
ResponderEliminarBom e belo fim-de-semana também para ti, !
EliminarO meu primeiro comentário... desapareceu.
ResponderEliminarAs políticas que esquecem os reformados são uma nódoa do capitalismo, logo que não estejam na cadeia de produção... são um estorvo.
Um abraço.
Bom dia. L.!
EliminarSem dúvida, L., sem dúvida, mas o capitalismo, embora cheio de nódoas, é um sistema perito em maquilhá-las... e comercializá-las também.
O seu primeiro comentário ainda cá está: " Vivemos tempos imorais!"
Forte abraço!