SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***
Voltar a ser fogo e vulcão, isso é que é energia.
ResponderEliminarBoa saúde.
Um abraço
L
Mas só há duas formas de isso me acontecer, L. : quando defendo algo em que profundamente acredito ou quando escrevo um bom poema à velocidade do pensamento, de mãos dadas com a Musa.
EliminarSaúde e um abraço!
Não adorei apenas ler a POESIA como também preencher a minha memória com Sá de Miranda que foi um importante poeta e dramaturgo português do século XVI, conhecido por introduzir o soneto na literatura portuguesa. Ele é considerado um dos precursores do Renascimento em Portugal. A sua obra reflete uma profunda sensibilidade estética e uma busca pela beleza, além de abordar temas como o amor, a natureza e a condição humana.
ResponderEliminarAbraço amigo da cidade fria.
Viva, Teresa!
EliminarOra bem, foi exactamente por reconhecer a importância da obra de Sá de Miranda que me ocorreu "conversar" um pouco com ele, que é - pelo menos para mim - uma excelente forma de lhe prestar homenagem.
Já o tinha feito aqui e voltei a fazê-lo aqui https://asmontanhasqueosratosvaoparindo.blogs.sapo.pt/conversando-com-sa-de-miranda-ii-225235
Além do mais, Sá de Miranda aborda temas que eu também abordo, é um verdadeiro prazer e uma honra poder conversar com a poesia dele.
Um abraço desta sua amiga de Oeiras, a mais bonita das vilas da Linha do Estoril