Imagem gerada pelo Chat-GPT a partir da leitura do poema * GAONESA REALENGA DECASSILÁBICA EM ARTE MAIOR * PALAVRAS LANÇADAS AO VENTO * Diz-me, Vento que levas nos teus braços Fragmentos de palavras por dizer, Se estas minhas palavras levarás Até aos povos que estão a sofrer E aos quais não chegam meus humanos passos? Bem sei que o que te peço é impossível Mas tudo o é até deixar de o ser... Tu, Vento, és imparável, invencível, E os meus recursos sempre foram escassos... Promete, Vento, que me ajudarás Nesta tarefa dura e imprevisível Que não quero deixar ficar pra trás * Leva ao Médio Oriente o que não sei Se irá aliviar os moribundos Mas que é tudo o que tenho pra lhes dar: Sou pobre e nunca tive os bolsos fundos Mas ao longo da vida acumulei Silêncios que calar não quero mais, Silêncios graves, pesados, rotundos, Que herdei de meus avós e de meus pais E que agora em palavras transformei, Palavras que só tu podes levar Porque são muitas, pesam-me demais, E eu já não as pos...
Já suspeitava mas, agora tenho a certeza de quem é a Anónima que regressou ao meu blog.
ResponderEliminarBem vinda... e com todo o vigor para ombrear com Camões.
Espero que esteja melhor, para estar de volta.
L
Anónima? Não faço ideia por que razão apareço como anónima, L.
EliminarInfelizmente continuo completamente desmusada e, além das complicações das doenças crónicas, agora estou com uma enorme infecção respiratória. Estou pior que o Perdigão de Camões; não há mal que me não venha.
Obrigada e um abraço, L.