UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google
Belo poema alternativo ao de Camões. O que pode a beleza de uma donzela!!!
ResponderEliminarUm abraço.
L
Ainda bem que Camões não me pode ver, L. Se pudesse, ficaria imensamente desiludido com imagem real desta "donzela" de setenta e dois anos
EliminarOutro forte abraço
Bom e feliz Natal
ResponderEliminarmuita saúde, bom e belo dia
e sorriso à maneira também MJ, beijinhos.
Bom e Feliz Natal também para ti, meu.
EliminarMuita Saúde, Paz e Amor
Obrigada e beijinhos