POEMA À PRIMEIRA MULHER II - Redição
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Tela de minha autoria
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POEMA À PRIMEIRA MULHER II
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Imaculada, afirmo o que não devo:
Preencho a funda cova do meu fim
Com quanta flor eu colha de um jardim
Quimérico, insondável e primevo...
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Ingénua, sem sonhar que me descrevo
À luz do sonho que nascia em mim,
Não fora o negro abismo ser assim
Profundo - tanto mais quão mais me elevo -,
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Talvez pudesse projectar-me toda
Nos versos que me orbitam nesta roda
Que aspira a mais que à mera identidade...
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Mas, finalmente, o germe do real,
Emerge do meu corpo de água e sal,
Amadurece e impõe-me outra verdade...
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Maria João Brito de Sousa
20.06.2014 - 16.33h
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Soneto Reformulado
ResponderEliminarBelo sábado, bom fim de Semana
e bom dia em toda a harmonia de Verão.
Beijinhos
Belo Sábado de Verão também para ti,
ResponderEliminarBeijinhos