ESTE EU QUE AQUI GRAFO
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ESTE EU QUE AQUI GRAFO
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Seja este EU que aqui grafo, um TU fraterno
Ainda que jamais paterno seja
Por não crer que haja um céu nem um inferno
Nem um poder mais alto que proteja
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Este EU, que és TU, do gelo deste Inverno,
Da agressão, da calúnia, da inveja,
Dos desgovernos deste desgoverno,
Dos fanatismos vis e da peleja
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Se ambos lutamos do lado da PAZ
E sei que este EU, que és TU, é bem capaz
De, nessa luta, dar-se todo inteiro
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Não sendo crente, creio no que digo:
Castigar-te seria o meu castigo
Venhas TU de onde venhas, forasteiro.
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Mª João Brito de Sousa
23.01.2026
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Quantas vezes me sinto uma forasteira em mim?
ResponderEliminarTantas, tantas, que nem as saberia contar.
Somos todos, um pouco de um outro lado
que nem sabemos bem explicar.
Grande e solidário abraço, querida sonetista.
PS- E então, já tem nova morada, ou ainda não se decidiu?
Obrigada pelas palavras solidárias, Janita.
ResponderEliminarJá me decidi, já, ou melhor, fui forçada a decidir-me, mas tudo o que consegui foi um novo endereço .electrónico e o esboço de uma nova morada. O meu blog encalhou algures e como os SOS são mais do que muitos, terei de esperar que o venham desencalhar. Não tenho pressa, no entanto. Continuo muito apegada a este espaçozinho no Sapal
Obrigada e outro grande abraço para si
Gostei muito!
ResponderEliminarBoa noite, Maria João!
Um abraço
Obrigada, Cheia
ResponderEliminarBom descanso e um abraço