UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google

Já lá vai o meu contributo.
ResponderEliminarGosto de vê-la por aqui.
Um abraço.
Fico-lhe muito grata, L.
ResponderEliminarTambém eu gosto muito de o ver por aqui, acredite
Outro abraço
Oi querida
ResponderEliminarUm prazer falar contigo !
não consegui ler a petição, entendi se tratar da saída do 'SapoBlog' que deixou todos orfãos. Importante mesmo é tê-la aqui. Sentindo muita falta .
Feliz semana e tenta usar outro Provedor. Muitos já estão imigrando;
Beijo Maria Flor
Olá, querida Lis
ResponderEliminarAinda estou com muita dificuldade em teclar, mas esta petição é um tesouro demasiado valioso. Por favor, faz copy-paste do link https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT129793, lê e assina.
Muitos conseguiram migrar os seus blogs. Não foi o meu caso e, quando os blogs forem eliminados, 4/5 da minha obra poética desaparecerá.
Assina, por favor e passa a palavra! Precisamos de muitas mais assinaturas!
Beijo para ti
Dito e feito.
ResponderEliminarDesejos de uma boa primavera.
Muitíssimo obrigada, Fernando.
ResponderEliminarDesejos e uma boa Primavera para si também