MARIONETA - sonetilho
Trago, nos restos de vida Que a Morte não quis levar, A memória interrompida De um sonho complementar Que ousou esgueirar-se à saída Só para poder tentar Banhar-se, de alma despida, Na lucidez de outro mar… Daqui vos ouço e vos leio Na solidão protectora Do que conquisto ao destino, Sem timidez nem receio, Agora, dona e senhora Dos cordéis com que me animo… Maria João Brito de Sousa – 29.06.2011 – 18.23h