UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google
Este ser é mesmo feliz!
ResponderEliminarSente-se no aconchego daquela paz que ele transmite...
É um senhor gato, filosófico e feliz! Também já esteve a morrer quando tinha três anos. Agora tem treze e está óptimo. Ia morrendo de saudades, quando eu tive de ir trabalhar para longe de casa. Deixou de comer, de beber e de andar... desistiu de viver. Felizmente percebi a tempo, mas foi muito difícil salvá-lo.
EliminarOh, que coisa mais linda!!!
ResponderEliminarO meu Sigmund é lindo! E o teu Martim também!
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