MULHER * Passeia-se apenas, sem fitas, sem folhos Trazendo nos olhos sorrisos e penas... Como esta há centenas, encontram-se aos molhos Por entre os restolhos, louras e morenas. * Marias e helenas que contornam escolhos, Com ou sem piolhos, virtuosas, obscenas, São como açucenas; a chave e ferrolhos Franzem os sobrolhos. Grandes ou pequenas * Derrubam empenas, são donas das ruas, Das marés, das luas... Em todos os astros Ergueram os mastros das coisas mais suas * E sempre assim, nuas, deixaram seus rastos Nos muros dos castros, no chão das faluas E até no que intuas dos seus corpos gastos. * Maria João Brito de Sousa - 03.02.2021 - 14.04h *** Gravura de Manuel Ribeiro de Pavia in LIVRO DE BORDO, de António de Sousa.
Este ser é mesmo feliz!
ResponderEliminarSente-se no aconchego daquela paz que ele transmite...
É um senhor gato, filosófico e feliz! Também já esteve a morrer quando tinha três anos. Agora tem treze e está óptimo. Ia morrendo de saudades, quando eu tive de ir trabalhar para longe de casa. Deixou de comer, de beber e de andar... desistiu de viver. Felizmente percebi a tempo, mas foi muito difícil salvá-lo.
EliminarOh, que coisa mais linda!!!
ResponderEliminarO meu Sigmund é lindo! E o teu Martim também!
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