DE PASSAGEM VI
Quantas vezes passei, quantas perdi
O rumo desse Céu tão prometido...
De novo uma passagem. Que sentido
Faria eu se não estivesse aqui?
Por isso vou passando e aprendendo
E semear a espr`rança é o meu rumo
Porque me ergo e desenho a fio-de-prumo
E em verso, traço e côr é que me acendo.
Vou de passagem. Tudo, tudo passa,
Excepto o que nos move. Essoutra Graça
É perene, constante, inevitável...
Quantas vezes cheguei, quantas parti,
Melhor por cada corpo que "vesti",
Mas ainda imperfeita, ainda instável...
À Velucia
(Imagem retirada da internet)
Lindo…que contente que ficará a Velucia!
ResponderEliminarOlá Vitor! Se alguém ficar contente os meus sonetos já fazem sentido. Se tiverem uma "luzinha" que ilumine alguém, melhor ainda!
EliminarUm abraço!
Olá, mais um bonito soneto, e a Velucia " vai ficar muito contente de certeza.
ResponderEliminarComo vê não é preciso gastar muito dinheiro, para dar presentes e deixar as pessoas felizes.
Boa Noite, um abraço
Tem razão, minha amiga. Neste caso não gastei mesmo nada porque por cada soneto que faço, logo vêem mais dois ou três atrás. Neste caso dar é mesmo ganhar.
EliminarUm grande abraço.
A Velucia merece....Beijinhos!
ResponderEliminarParece que sim, Ligeirinha, mas hoje deve ter tirado folga e não veio (penso eu...) ver o soneto.
EliminarBeijinho!
Mais um soneto muito, muito bonito.
ResponderEliminarE à semelhança de muitos outros sonetos da Maria João, tem a virtude acrescida de ser uma lição para todos nós, uma lição de vida, de filosofia de vida, de "destino".
Abraço
Não é mesmo nada fácil seguir este destino,Eva. Basta fazer uma opçãozita errada ao longo da vida e tudo se torna quase impossível. Pode mesmo ser necessário chegar a uma relativa invalidez física para que o caminho volte a abrir-se. Tem, no entanto, gratificações que são inimagináveis quando se seguem outros caminhos. E eu garanto que são mesmo inimagináveis para quem não ama a poesia.
EliminarJá percorri outros caminhos, tive algumas gratificações, mas nada que se comparasse à expressão plástica e poética.
Um abraço.
Ainda imperfeita porque humana. ainda intável, e assim ficarás, porque esse é um estado que é próprio dos poetas. Instáveis, irrequietos e em eterna construção, como os poemas.
ResponderEliminarCom amizade.
Um abraço também para ti, João. Quem me não conhece quando estou a criar, imagina-me tão sossegadinha como uma duna de areia. O que se passa durante a produção é comparável a uma tempestade no deserto...
EliminarOi Maria
ResponderEliminarFiquei muito feliz!
Um dos maiores presentes que até hoje ganhei, não se compara a qualquer outro presente (objetos).
Você é magnífica em suas criações e, a divindade está presente minha amiga.
Eu não merecia tanto assim!
Mas é muita emoção!
Vou levá-lo para meus favoritos.
E muito, muito obrigada.
E ontem realmente não estive on line, não por folga, por ter trabalhado o dia todo e a noite tive aula. Ando a fazer um curso de idiomas (francês, italiano e espanhol).
Novos caminhos não é?
São estes que agora percorro: poesia, estudos e umas briguinhas de vez em quando.
Ps. briguinhas justas, por direito.
Um abraço.
Foi do fundo do coração, Velucia, como tudo o que eu sei fazer. É muito bom que queiras continuar a aprender! Fico muito feliz por ti... as "briguinhas" de direito, justas, fazem parte da nossa humana condição. Um grande abraço!
EliminarParabéns pelo trabalho, a Velucia merece :)
ResponderEliminarOlá Araújo. A Velucia tem dado muita atenção a tudo o que eu escrevo. É justo e normal que eu lhe dedique algo que nasceu no decurso dos diálogos que temos tido.
EliminarAbraço!