DE COR E SALTEADO...
De cor e salteado, eu sempre soube
Ser esta a minha estrada, o meu caminho,
Pelo qual passo leve e de mansinho
Por ser esse o destino que me coube.
De cor e salteado eu sei o espaço
Destas paredes entre as quais me movo
E sempre que o contemplo me comovo
E crio mais amor, aperto o laço...
Poeta, como poucos militante,
De cor e salteado, a cada instante,
Tecendo a longa trama destas linhas,
Sabendo-me, de cor e salteado,
Sem freios e sem rédeas nem cuidado,
Liberta de fronteiras mais mesquinhas...
Imagem cedida por http://observantes.blogs.sapo.pt/
Oi Maria
ResponderEliminarÉ um belo soneto como tantos.
Geralmente também não tenho rédeas, nem freios e nem cuidado.
Deixei uma canção no meu blog enquanto aguardo os convites ao desafio.
Chama-se "Rosas"
Ps.Desligue o som do meu para ouvir.
Vou já, já Velucia!
EliminarBoa Noite , Lindo este soneto como tantos outros. Bom resto de domingo e até amanhã.
ResponderEliminarMinha amiga, acabo de perder (penso eu...) um longo texto que escrevi para o blog da Velucia... eu nem quero acreditar que o IE me tenha feito uma partida destas! A minha única esperança é a de o comentário tenha sido publicado alguns décimos de segundo antes de o IE ficar inacessível! Já perdi dúzias e dúzias de comentários, mas nenhum tão longo como este! Ainda por cima foi teclado em directo... bem, mas como é uma narrativa, sempre poderei voltar a escrevê-lo... mas fico sempre um bocadinho furiosa quando isto acontece!
EliminarUm grande abraço e uma boa noite.
M. João
ResponderEliminar"De Cor e Salteado"
Tu sempre soubeste o teu caminho
conheces os teus passos
crias amor
sabes o teu destino
e acima de tudo ...
ACEITAS!
Muito bom o soneto.
Que dizes dos "CLARÕES" ?
Maria Luísa
Lindos de morrer, Maria Luísa! A minha net é que anda um pouco disfuncionante desde ontem... tentei reencaminhar e não deu. Também perdi o texto que deixei no blog da Velucia... fiquei zangada! Depois enviei-lho por email, mas não foi fácil! E hoje, quando apagava um comentário que já tinha lido, a caixa de correio cobriu-se de um "véu" transparente e fiquei na eminência de perder o acesso... mas já passou. Agora irei ver se a Velucia já recebeu o meu "espelho quebrado"...
EliminarAbraço grande.
Gostava de fazer um blog exclusivamente dedicado a este Natal, conto com a sua presença num post que poderá enviar para trapezista@sapo.pt. Poderá tb convidar alguem q deseje.
ResponderEliminarSerão publicados a partir de 1 de Dezembro até dia 25 do mesmo mês.
Obrigada e Boas Festas.
KI
Tudo bem! Conta comigo.
EliminarAbraço!
ciao poetisa , muito bem como sempre.
ResponderEliminarvamos por isso em livro, vá.... eu ando a tentar um livrito, é caro, ninguém o compra , mas e a nossa satisfação pessoal ??? tanto verso, tanto verso e fica tudo na gaveta ???? é de tentar...ou é uma tentação...
ciao. baci.
É de tentar, mesmo com tentação e tudo!
EliminarUm dia, Peter... um dia alguém irá comprar os livros que construímos agora. E, mesmo que não comprem, mesmo que o vil-metal tenha perdido - suprema utopia! - todo o significado, alguém os lerá! Alguém os lerá e será, então, como se nunca tivéssemos morrido. Seremos... "prolongados" dentro da nossa humana mortalidade.
Baci.