OPÇÕES
Sou pobre. Sou mais pobre do que os pobres,
Mas sou de "antes quebrar do que torcer".
Tenho esta absurda força de viver
E um coração com directivas nobres.
Sou das que fica ao lado de quem chora,
Por mais difícil que me seja a escolha.
Que nada nem ninguém jamais me tolha
Este orgulho irreal que nunca implora!
Trabalho - se trabalho! Noite e dia! -
Por aquilo que sei que poderia
Ser a minha missão,o dom que trago.
Sei bem que estou cansada, estou confusa,
Mas nunca irei parar est`alma lusa,
Nem privo os animais do meu afago!
23.46h
Já estou com muito sono, mas ainda consigo escrever estas duas palavras: Simplesmente belo :
ResponderEliminarOlhe, foi tão repentino que mal tive tempo de o escrever. Nasceu quando eu estava numa desgarrada com outro amigo.
ResponderEliminarAbraço grande.
És melhor que mil Rei Midas!!!
ResponderEliminarBeijinhos.
Exacto, Carla! Sou, com certeza! Lembro-me, perfeitamente, de que a história de Midas me chegou quando eu era ainda muito pequenina e que tive imensa pena dele e de que, no meu infantil entendimento, achei que ele era muito burrinho! Tu nem imaginas a pena que eu tive dele! :)
EliminarBeijinho.
Olhe Poeta, não sei como consegue, (claro que sei, é o seu dom) mas o facto é que cada um dos seus poemas, dos seus belos sonetos, nos consegue retratar de uma forma ou de outra. Eu, pessoalmente, revejo-me em tantos deles.
ResponderEliminarBeijinhos e boa semana
:) Não é intencional, Fá, mas tenho consciência de que retrato muitas estruturas de personalidade que, na sua maioria, são paralelas á minha.
EliminarAbraço grande.
Lindo, adorei e espero que nunca pares.
ResponderEliminarbj
Também eu Estrelinha, também eu.
EliminarBoa semana!
Beijinho.
Há muito de mágico e de fascinante nos seus sonetos. Sempre um prazer lê-la!
ResponderEliminarObrigada Carla. Acredite que sinto exactamente o mesmo em relação aos seus.
EliminarAbraço grande.
Olá poetisa! É por estas e por outras que não há rebelião aí em casa. Vim agradecer pessoalmente a desgarrada de ontem. A amiga é um estímulo que encontrei para continuar a escrever. Obrigado por isso. Um abraço.
ResponderEliminarOlá Manu. O prazer foi todo meu, pode crer.
EliminarEu penso que o Manu traz consigo todo o "material" para a escrita, mas reconheço que é sempre bom encontrar poetas na blogosfera. Soube-me lindamente aquela desgarradazinha. Não tem que agradecer.
Abraço grande.
Estranha forma de Vida
ResponderEliminartem este nosso coração!
Mas cada passo nosso, tem um sentido.
Mais um delicioso poema
Como inevitável se torna a visita1?
Olá Rosafogo.
EliminarQue estranha forma de vida
E, no entanto, eu diria
Que estou sendo conduzida
À beira da penedia...
Diria ainda: - Que estranho...
De tão estranha me sentir
Penso que vou... quando venho
E em vindo estou a partir!
Nesta terra das raizes,
Quem está presa não sou eu...
Sou mais feliz que os felizes
Mas nada tenho de meu... :)
Abraço grande.
Olá Maria
ResponderEliminarEu adorei as desgarradas de vocês.
Mas não tenho o dom de fazer "desgarradas", nem sabia que dava à isto este nome.
Seria o mesmo que fazer "um repente"?
E este soneto é maravilhoso como todos são.
Também "sou antes quebrar do que torcer"
"Tenho esta absurda força de viver".
Lindo!
Abraços.
Olá Vera! As desgarradas são, efectivamente, "repentes", mas com a participação de dois ou mais poetas. Nem sempre funciona em tempo real porque pode o navegador "ir-se abaixo" ou termos de responder a um ou outro email que, entretanto, chega, mas é muito divertido! Eu também não sabia que conseguia até experimentar. Tem algumas regras e normalmente são feitas em quadra popular (redondilha maior) .
EliminarObrigada por gostares deste soneto. Este também foi um repente, quando eu estava "embalada" na desgarrada do Manu.
Abraço grande.
Querer mais é exigir
ResponderEliminarQue o belo não tenha fim!
Deus dá força p´ro que há-de vir!
Tenho a certeza, vai ser assim.
Mas seja lá como fôr
Certo é querermos sempre mais!
Como nos sonhos e no Amor
A si, que não lhe faltem... jamais!
E a si que nunca lhe acabe
EliminarEssa imensa inspiração!
Que nunca ninguém a agarre
Nos versos de uma canção!
Eu só agora voltei
Do meu passeio canino...
Quando cheguei reparei
Neste poema divino!
Estive quase a desistir.
Já é tarde, estou cansada...
Mas primeiro vou "curtir"
Esta bela desgarrada! :)