SEM LUTOS
Queria-se assim, tal qual, em transparências!
Queria-se mesmo assim, em desatino,
Sem raízes, sem pátria nem destino,
Coberto de ilusões, de incoerências.
Proclama-se justo entre inclemências
E supunha-se ascético ou divino...
Ingénuo, imprevisível, qual menino,
Ascendendo à mais nobre das essências.
Julgou-se, sempre, eterno e morreu novo,
Ignorando as calúnias do seu povo,
Desprezando os insultos. Impoluto!
Pensou ser emissário e não chegou
A divulgar os sonhos que sonhou
E ninguém o chorou ou fez o luto.
Li hoje os últimos e achei maravilhosos.
ResponderEliminarEste é lindo. Místico?! Será que o compreendi bem?
És maravilhosa!
Como tu estou aflita com os tais megas, mas
amanhã já estarei de volta mais á vontade.
Beijinho grande e poquinho de ar puro aqui
deste meu jardim.
Penso que sim, que o terás compreendido bem, mas só tu saberás como o entendeste.
EliminarUm beijinho também para ti e obrigada por esse arzinho do teu jardim. :)
Olá Boa Noite, e faltou dizer que sofreu e morreu para nos salvar, e há pouca gente que "LHE" agradece, e que o compreenda.
ResponderEliminarE esta época para nós é uma época de reflexão , e era bom que parássemos um pouco para pensar no que somos na realidade.
Até amanhã
É verdade, minha amiga. As pessoas têm sempre muito pouco tempo para esse tipo de reflexões e meditação. mas este é, realmente, um tempo de reflexão e quantas vezes o mais importante lhes parece dispensável...
EliminarUm grande abraço.