MEDIR OU NÃO MEDIR A ESTRADA - Sonetilho

 


Passa num nada este nada
Que duma vida nos cabe
Quando olhamos para a estrada
Temendo que ela se acabe…

Vamos medindo a passada
Antes que tudo desabe
Mas, duma estrada acabada,
Pouco ou nada a gente sabe

Pois, por mais que se procure
Razão para os desatinos
A que a estrada conduzia,

Nunca evitamos que jure;
- Todos vós nasceis meninos
e haveis de morrer um dia…





Maria João Brito de Sousa – 06.04.2012 -13.21h


 


 


NOTA - Peço desculpa pela inusitada apresentação do texto poético... a decisão foi do Sapo...

Comentários

  1. PARA DIZER MUITO DEVAGARINHO

    Anotem que qualquer ano
    Se seguiu ao anterior
    Não haja nisto engano,
    Disse o Senhor Professor.

    Sendo assim, por conseguinte
    O ano que já passou
    Precedeu o ano seguinte,
    Aquele em que eu estou…

    E assim a raciocinar,
    Cheio de falinhas mansas,
    O delirante Gaspar

    Que não o outro, o Mago,
    É Ministro das Finanças
    E nos causa tanto estrago.

    Eduardo

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    1. Só agora tive "coragem" para vir abrir este sonetilho... mas fiquei a rir. Que bem que descreve a situação!

      Quinze depois de catorze,
      Dezasseis e dezassete
      Já seria maior dose
      Pr`a quem "tanto" nos promete...

      Meu amigo Eduardo, tenho a impressão de estar com um qualquer "esgotamento verbal"... já o disse hoje ao seu Pedro e confesso-o agora a si...
      Tentei, mas "sinto" as palavras tão empenadas quanto a minha coluna. Não sei, talvez me tenha entusiasmado mais do que a saúde me vai permitindo e tenha estado demasiado absorta no computador... sinceramente, sinto-me muito estúpida hoje. quando as rimas não fluem naturalmente, o melhor é nem tentar...
      Amanhã tento novamente responder-lhe.
      Abraço grande para si e esposa.

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    2. Amigo Eduardo,

      Ainda não é desta que lhe respondo condignamente. Hoje tenho estado mais "avariada" do que o costume e, ainda por cima, estou a descobrir que tenho mais páginas do que aquelas que vou conseguindo gerir.
      Enorme abraço e um excelente Domingo de Páscoa!

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  2. “Obreiros da morte”

    Esses bons não têm voz
    A teia está bem urdida
    Suga-se o máximo de nós
    Por vezes suga-se a vida

    Os que a teia urdiram
    São os obreiros da morte
    Outra vida nunca viram
    Nem conhecem outra sorte

    São pagos pelo tesouro
    Migalhas desses mandantes
    Aos quais não se faz frente

    O teu silêncio é de ouro
    Que deixa tudo como dantes
    Senão calam-te para sempre.

    Prof Eta

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    Respostas
    1. Poeta... não sei o que vai sair daqui mas, mal li este sonetilho, lembrei-me dos "bufos", dos pides e outros que tais...

      Ai de mim, se não soubesse
      Das voltas que o mundo dá,
      Ai de mim, se não pudesse
      Ver coisas que aqui nem há

      Ai de mim, se alguém quisesse,
      De quanto eu deixo por cá,
      Ler o quanto se impusesse
      Vendo o quanto aqui nem está...

      Ai deste povo calado,
      Ai dos que dele se levantam
      E dos que agora acordaram

      Vendo estar do lado errado
      Quando as palavras se espantam
      Das mil coisas que passaram...


      Não foi fácil, nem tão rápido como a maioria... acho que estou com as palavras gastas :)
      Sei que há outro sonetilho mas vou deixá-lo para depois de dar o jantar ao Kico... se calhar, depois de vir com ele do xixi... acho que estou mesmo com "estafa de palavras", se é que isso existe...
      Abraço grande!

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  3. Respostas
    1. Olá, Poeta! :D Vou já!
      Estou toda avariada hoje... o que já estava estragado, mantém-se e, agora, também se avariou outra coisa... mas o chá só faz bem! :D

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  4. Mas a estrada acaba
    não sei onde,
    mas acaba!...

    Mª. Luísa

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    Respostas
    1. Eu sei que acaba, amiga.
      Este post saiu neste formato estranhíssimo... deve estar muito difícil de ler, mas não consegui evitar... eu bem passei o cursor por cima e bem o tentei aumentar, mas não consegui.
      Abraço grande!

      Eliminar
    2. Saíu muito bem e todo sublinhado a chamar a atenção a cada palavra.

      Um dia me aconteceu isto...e também não gostei.
      O que interessa :

      É que "todos nós nascemos meninos
      e vamos morrer um dia..."

      Bom domingo (saúde essencial)

      M. Luísa

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    3. Fiquei mais preocupada com alguns leitores que podem ter dificuldade em lê-lo assim... mas os comments também estão com uma letra tão pequenina...
      Bjo!

      Eliminar
    4. M.J.

      Se lê muito bem!
      Eu, por uns dias, vou parar com as respostas
      aos que me seguem. Estou pior e não devo escrever!

      Um abraço,

      Mª. Luísa

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    5. Lamento ficar ausente no responder e peço
      desculpa. Obrigada.

      Mª. luísa

      p.s.por favor, avisa nosso amigo.

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    6. Compreendo. Avisá-lo-ei, está descansada.
      Abraço grande!

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    7. Fazes bem, amiga! Dá um tempo ao teu corpo. Eu aviso o Poeta!
      Bom descanso!

      Eliminar
  5. “Passaporte”

    Minha vida é minha morte
    Neste mundo tão pequeno
    Que é apenas passaporte
    P’ra outro mundo mais pleno

    Não vão além do equívoco
    Os que confessam viver
    Neste mundo magnífico
    É certo não estão a perceber

    Aquilo que se está a passar
    Não procures tudo absorver
    Procura a mente esvaziar

    Só assim te poderás realizar
    Não tanto por enriquecer
    Mas quando tudo consigas dar.

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    Respostas
    1. Aquilo que eu possa dar
      Não depende só de mim
      Mas também do que eu passar
      Até chegar o meu fim,

      Do que passem os demais
      E de tudo o que aconteça
      Neste país a lutar,
      Nesta noite que começa...

      Mantenho vazia a mente
      - também eu sei meditar... -
      Como surge a poesia

      E quando isso em mim se sente
      Só quero e devo aceitar
      Se um poema "me assobia"...


      Poeta, venho com um poema na ponta do cursor e sei que tenho imensas mensagens na caixa de correio... acho que este sonetilho ainda está debaixo do spell dele :)) Não é um poema alegre, mas veio "assobiar-me" e eu não lhe resisti. Vai para o Montanhas que é onde pertence por direito formal.
      Não tenho estado nada bem e, ainda por cima, o dente está a recomeçar a doer...
      Abraço grande!




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    2. "Vinha" com um poema no cursor... acabei de o perder quando salvei este para o caso da net falhar...

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  6. “Para nos salvar”

    Na humanidade de farsas
    Em qual delas acreditar?
    Décadas correm esparsas
    Refinando o meu pensar

    O homem em seu proveito
    Muitas consegue inventar
    Humanidade com defeito
    Foi a que se pôde arranjar

    Produto d’enorme correria
    Foi este homem imperfeito
    Mais não se pode esperar

    A não ser talvez um dia
    Um de nós por Deus eleito
    Dê a vida p’ra nos salvar.

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    Respostas
    1. Mas pr`a salvar-nos do quê?
      Do que nós mesmos criámos,
      Só nós próprios, já se vê,
      Devemos tentar salvar-nos...

      Essa humana imperfeição,
      Na sua imaturidade,
      Requer emancipação
      Da santíssima trindade

      Leva tempo, embora urgente,
      Sair desta adolescência
      Em que agora nos movemos

      Criando um homem diferente
      Que tenha plena consciência
      Do tanto que já crescemos...


      Boa noite, Poeta! Foi o que me saiu e é o que fica... fui almoçar com a família de um senhor amigo que mora aqui perto, só agora pude vir até cá... espero que o seu Domingo de Páscoa tenha sido alegre e farto!
      Abraço grande!

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  7. Respostas
    1. Pobre chá! Quem poderia querer mal a uma coisa tão inocente quanto um chá? Vou ver, Poeta!

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  8. Com os habituais atrasos - desta vez ajudados por uma birra da net - já não dá para desejar uma Páscoa Feliz pelo que desejo um resto de ano muito feliz.
    Abraço GRD

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    Respostas
    1. Eu ainda consegui, por um "tris", no seu caso :)
      mas quantos amigos não ficaram por visitar...
      Obrigada e um ano muito feliz!

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  9. Olá, deixo um que se soltou aqui há dias

    Minha Pátria, pátria amada
    vejo muitos olhos vítreos
    perdidos na caminhadas de outrora,
    caminhadas que se fizeram por esse mundo afora

    Esquecidas as memórias
    esquecidos os corações
    de quem altivamente
    descobriu tantos quinhões

    Mas estes não tinham o valor
    que estão nas almas de agora
    perdidas neste fervor
    neste jogo que se demora

    O jogo da vida
    o jogo da liberdade
    o jogo pela defesa
    do fado e da saudade

    E vamos andado e aprendendo na estrada aos nossos pés prostrada, cabe-nos desviar-mo-nos dos buraquitos ;)

    Bj e boa semana

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    Respostas
    1. Olá, Golimix! :)
      Ai que o Kico ainda faz xixi na sala... paciência! Não seria a primeira vez...
      Eu vi, neste teu poema, referências aos descobrimentos e uma velada alusão à emigração que agora se inicia, tudo "temperado" com uma boa dose de nostalgia...
      Nem sei, amiga, onde haveremos de pousar os pezitos... isto está mais esburacado do que um queijo Gruyére... não me lembro se é assim que se escreve, mas pronto... tu sabes qual é o queijo a que me refiro. E posso ter feito uma leitura menos correcta... admito perfeitamente que me engano com saudável frequência :))
      Agora tenho mesmo de levar o Kico à rua. A seguir, visito-te.
      Abraço grande!

      Eliminar
    2. A leitura está correta sim ;)

      Eu às vezes ando às voltas, mas é aliciante fazê-lo e não resisto, preciso é de estar inspirada e nem sempre isso acontece...

      Uma festona grande no Kico, fiquei com saudades da minha paixão canina, era o que lhe chamava assim que chegava a casa e ele ouvia deliciado sempre que lhe repetia a frase...

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    3. Mas é mesmo verdade! Eu sei-o bem! A inspiração não é uma constante em poeta nenhum... depende de variadíssimos factores e, por vezes, quando menos esperamos, contraria esses factores todos e toma conta de nós de uma forma que nem sequer poderíamos ter previsto. É indefinível, a inspiração, mas existe mesmo!
      Um beijinho, Golimix! :)

      Eliminar
  10. “Dicotomias”

    Na dicotomia da vida
    A harmonia encanta
    E em contrapartida
    A desarmonia espanta

    Na dicotomia do pensar
    Espanta-nos a harmonia
    E ainda vai dar que falar
    O encanto da desarmonia

    Assim podemos continuar
    De dicotomia em dicotomia
    Até à dicotomia absoluta

    Em que p’rós tolos governar
    Ouvem-se verdades a cada dia
    Proferidas pelos filhos da puta.

    Prof Eta

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    Respostas
    1. Há sempre dicotomias
      Creiam nelas ou não creiam
      E, por muitas teorias
      Que venham dos que as semeiam,

      Elas são parte integrante
      De tudo o que aqui vivemos...
      Mais sumido ou mais brilhante,
      Só por contraste nós vemos...

      No entanto, se um dos lados,
      Mesmo que seja o menor,
      Dominar o seu oposto

      Querendo viver sem cuidados
      Por explorar o seu labor...
      Mude-se a ordem, com gosto!


      Haveria muito que dizer acerca disto... não me cabe num sonetilho, embora tenha dito o possível.
      Mas as coisas não melhoraram e eu tenho o Kico a precisar de ir à rua. Já volto, Poeta.
      Abraço grande!





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  11. OS FALSOS PROFETAS da
    FALSA DESGRAÇA

    A falar só por falar
    Dizem, com muita insistência
    Ser tempo de acabar
    Dos mártires, a paciência…

    Quando o fogo se atear
    Virão, da sua opulência,
    Lestos para o apagar
    Graças à sua experiência.

    Por estranho que pareça
    Os profetas da desgraça
    Querem que ela aconteça,

    Mas vão recebendo as dízimas
    Que lhes oferecem, de graça,
    Reverentes, suas vítimas.

    Eduardo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Aqui está uma verdade
      Que jamais irei negar
      Pois alguns têm vontade
      De ver o mundo acabar

      Ficando, embora, a vontade
      De outro, novo, imaginar
      Nem que a própria humanidade
      O não possa suportar...

      Vou tendo as minhas ideias
      De sociedade mais justa
      E mais liberta de peias,

      Sem amos, sem hierarquias,
      Sem que ninguém viva à custa
      Das exaustas maiorias...


      Boa noite, amigo Eduardo!
      Pensei que não conseguiria escrever mais, por hoje, mas enganei-me... meio coxinho, mas este lá me saiu assim que li o seu sonetilho.
      Abraço grande para si e esposa!





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    2. Emendei a segunda estrofe que está com uma repetição imperdoável da palavra "vontade" que já estava na primeira, mas a net foi-se e perdi-a... vou tentar reproduzi-la...

      "Ficando, embora, a saudade
      De o poder imaginar
      Mesmo que esta humanidade
      O não possa suportar"

      Espero conseguir publicar este "remendo" da segunda estrofe...
      Um abraço :)

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  12. Respostas
    1. Vou ver antes de acabar de tratar dos meus velhotes. Também sigo para o centro de saúde.
      Abraço grande!

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  13. “Não ao extermínio”

    P’ra viver com o dinheiro
    Tem o homem de renascer
    Sem este olhar sobranceiro
    Que fulmina o outro ser

    Para poder ser o primeiro
    E mais do que o outro ter
    Se vem ao mundo como veio
    Com sua condição aprender

    Aprender que é pequenino
    Não dura mais dum segundo
    Tempo cósmico é indicador

    Conservar sorriso de menino
    E fazer a aposta num mundo
    Que seja fecundo no amor.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não sei se vou conseguir
      Conseguir nem esse instante
      Porque estou-me a dividir
      Neste espaço equidistante

      Entre este espaço sem som
      E um outro bem sonoro
      Onde mal me aguento com
      Mil versos que nem decoro...

      Mas da nossa pequenês
      Estarei sempre bem segura
      - sempre o estive, a bem dizer... -

      Pois querer mais é estupidez
      E esta vida só nos dura
      O tempo que ela entender...

      Desculpe, Poeta... estou mesmo dividida entre este blog dos sonetos e o Rádio Horizontes da Poesia...
      Abraço grande! :)

      Eliminar
    2. Ah, Poeta... deu erro de repetição outra vez... um "conseguir" a seguir ao outro... :(

      Eliminar
  14. “País de ficção”

    Num país de ficção,
    Passos Coelho amas-nos ou não ?
    há agora a Troika dominação
    terminará com a crise ou não ?
    combustíveis em inflação
    electricidade em ascensão
    é tudo por uma boa razão
    é para pagar o prémio de gestão
    e o Zé em acelerada putrefacção
    não liguem é apenas ficção

    Num país de ficção,
    onde 13º mês jamais, então ?
    onde as maternidades não passarão
    onde existe cada passarão
    onde o saúde é obsessão
    onde a dívida é uma fixação
    e sobe por hora um milhão
    a produtividade é espelho da remuneração
    é bom viver com as calças na mão
    não liguem é apenas ficção

    Num país de ficção,
    onde existe sempre uma canção
    para nos libertar a emoção
    da mágoa que nos enche o coração
    por não vermos evoluir a nação
    por não soprar vento de feição
    que nos liberte a imaginação
    nos permita alcançar a próxima estação
    há agora a Troika dominação
    Passos Coelho amas-nos ou não ?

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    Respostas
    1. Que grande poema, Poeta!!! :) Logo agora que eu acabo de :

      a) Ficar sem net.
      b) Ficar sem saber o que fazer
      c) Resolver ir tomar um duche
      c1) e consegui fazê-lo em cerca de uma hora :)
      d) Voltar, a cair de sono...

      Acho que a terceira idade
      não me vai deixar saudade
      porque me tira a vontade
      e, às vezes, a liberdade
      de escrever nesta cidade
      com alguma habilidade...

      Não ligue... quis ver o que me saía... e saiu asneira :)
      E os tecnocratas sabem lá o que é amor!? Sabem lá o que é a vida!? Bonito... agora fica-me a vontade de lhe responder, mas foi-se-me a habilidade toda pelo ralo da banheira abaixo... também acabei por não conseguir ouvir o Rádio Horizontes até ao final do programa. Tem sido um daqueles dias "não".
      Abraço grande, Poeta!

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  15. Respostas
    1. :)) Sabe do que me lembrei? De um destes dias em que deixei a água para o chá a aquecer, vim aos blogs e, quando me lembrei dela, era um nadinha a borbulhar no fundo do púcaro... não esturricou, mas quase...

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