SONETO PARA SAUDAR OS AMIGOS QUE ME ACOMPANHAM


Trago nas mãos o mesmo que tu trazes,


Uns pós de um quase nada que não usas,


Um punho, erguido aos dias mais audazes,


E um punhado – infalível! - de recusas…


 


Grito nas ruas, escrevo-me em cartazes


E exalto-me na cor de tantas blusas


Que ninguém sonhará a quantos “quases”


Reconduzo estas lutas inconclusas…


 


Devo, porém, dizer-te que fraquejo,


Que, embora corpo e alma, o meu desejo


Seria ir muito além do que consigo…


 


Que importa?! Ele surge sempre um novo ensejo;


Se me parece pouco o que em mim vejo,


Sempre há-de ser maior por estares comigo!


 


 


 


Maria João Brito de Sousa – 23.09.2012 – 19.14h

Comentários

  1. Também partilho dessa matemática:

    1 + 1 = 3
    2 + 2 = 6
    3 + 3 = 9
    4 + 4 = 12
    ...

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  2. Bonito mesmo
    e a cada momento de assim se ser...

    uma bela e grande feliz noite

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  3. Fantástico Sivuca acedeu ao convite da ponte.

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  4. Parece-me que está em curso
    um golpe de estado institucional
    desde que estes anedotas entraram
    espezinham Portugal...
    Os políticos
    puxaram ao prato a melhor sardinha
    azar nosso que em tal assado
    nem um queimou a pilinha...


    Tenho estado a ouvir a TSF
    e há um sentimento de que os políticos
    são uns grandes lorpas...

    uma bela manhã pra ti

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    1. Fui buscar este à tua caixinha de comentários pois foi lá que ele nasceu...

      Ahahahah... bem rimado, Anjo!


      Nem um queimou a pilinha
      Nem sequer queimou a mão...
      Mas roubámos-lhe a sardinha
      Para a comermos com pão!

      A nossa amarga vidinha,
      Quando tida em atenção,
      É ir do lagar pr`á vinha
      Nas rimas de uma canção

      É suar todos os dias
      Sem disso tirar proveito
      - que proventos... nem pensar! -

      Mudem-se, então, essas vias!
      Suemos pelo direito
      De gostar de trabalhar!

      Aqui vai, Anjo!

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    2. Hé hé hé...
      acho que tou mesmo com febre
      "Palúdica"...
      e vê bem
      até os cigarritos querem proscritos....

      feliz tarde MJ

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    3. É, Anjo... não me posso entusiasmar muito na defesa do tabaquito... estamos na "via pública"... mas já me parecem imposições a mais... alguns de nós estão dispostos a tudo e mais alguma coisa para "morrerem cheios de saúde"... outros "preferirão um 45 rpm dos Beatles a um lp da Sarita Montiel" - citei o Quino, numa das suas faixas da Mafalda... parece-me sobretudo um tremendo exagero atribuir todas as doenças e mais alguma - e acredita que a maioria dos que não entendem nada de saúde, mas estão convencidos de que são verdadeiras autoridades, pensam assim - aos pobres dos cigarritos.
      Não sou nada contra aqueles que querem fazer das suas vidas um roteiro de corridas ao ar livre, práticas saudáveis e mergulhos no mar... aquilo que sou contra, é o facto de me tentarem impor essas práticas como ideal de vida, desconhecendo que, a mim, não me daria gozo nenhum ver a minha vida transformada nisso... ou resumida a isso. Mas já me alonguei demais... não muitos, nunca demasiados, mas deixem-me em paz com alguns cigarritos porque sempre foi com eles que eu escrevi, pintei, rabisquei, garatujei e criei . Eu e todos aqueles que foram os meus pilares da infância e adolescência...

      Agora é que vão ser elas, Anjo... vou "levar" de todos os lados... mas assumo o que disse!

      Feliz tarde para ti!

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    4. a nossa identidade
      por mais que devassada por "inteligentes"
      nunca será vencida...

      os arautos de desgraças fumegantes
      serão a mais pobre rica hitleriana gente
      do catálogo inteligente...vigente

      e sem respeito pelo presente...enfim ..

      bela e feliz noite
      que os problemas "deles"
      matemáticamente
      5 minutos de frente a frente....em quantica cifrada..

      vivamos o dia a dia com os idiotas...
      que eles respeitarão um momento de dignidade
      a nossa idade...

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    5. Que seja, tal como dizes,
      Respeitada a dignidade
      Dos que assumem ser felizes
      Apesar da "certa idade"!

      Feliz noite, Anjo
      O sol já se vai escondendo e o meu ex-destruidor de mochilas - que calúnia! Este nunca o foi... - está a dar sinais de querer fazer um xixi...

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    6. certa idade que os bafejou
      agora o demolidor

      iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiipróstata...







      temos um Pais de porrinhos em alho de vinha...hé hé hé


      xoxo fofo do B6 dos Penedos Altos...

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    7. Ahahahah! Adorei os "porrinhos em alho de vinha"!
      Hoje estás especialmente inspirado, Anjo!

      O resto é que não é assim tão engraçado... mas podes estar a brincar... ?????

      Bem... vou levar o sonetilho ao nosso Poeta Zarolho... antes que me esqueça outra vez...

      Noite serena

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    8. tou só para te sossegar...

      feliz noite a vocês dois de inspiradas
      rimas

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    9. Ufa!!!

      O raio da febre deixou-me cheia de sono antes da hora... mas vou ter de passear o Kico mais uma vez...

      Bom soninho para ti. Sem sonhos tristes!

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    10. Fri-i-i-oooooo... brrrrr!

      Ainda vou tentar fazer umas coisitas no Face... o momento não está para sonos a uma hora destas...

      Soninho sereno para ti!

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  5. e de nada fazer
    tanto que aprender
    suas Ex.as por referencia
    um dia
    Assalto o banco de portugal

    e fico preso e na miséria por já nada haver de tal...

    brinco

    tou memo com febre
    e a suar que nem um cavalo...palúdico

    feliz tarde

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    1. Ah, Anjo... estás a falar a sério? Tens de ver isso...
      a minha febrita não é alta. É incómoda, mas fica-se por aí...
      Pois... também já me passou pela cabeça a ideia de assaltar um banquito qualquer... mas cheguei à conclusão que não tenho jeito nenhum e eu sou uma mulher de compulsões... compulsões que me nascem sempre de uma predisposição natural para fazer qualquer coisa "bem feita". Estou segura de daria uma péssima assaltante de bancos... nem a amadora chegaria! Acredito que o amador é aquele que faz - seja o que for - com amor e eu sinto-me perfeitamente incapaz de assaltar um banco "com amor e paixão" Mas... que fazer? Também me ocorreu essa "saída"...

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    2. é a febre
      pois que assaltados fomos nós
      à conta de quem quis ser ser

      1º ministro, e agora

      já nem a alma lhe chora....acredita...

      uma noite feliz

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    3. Acredito sim, Anjo!

      Noite feliz para ti também

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  6. Não a esqueço, querida Poeta mas raramente lhe lembro que a lembro sempre.
    É bom que não lhe pareça pouco o que em si vê porque o que nós vemos em si e nos seus escritos ajudam-nos a ser sempre um pouco melhores do que estamos a ser.
    Abraço enormemente GRD

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    1. Agora fiquei sem saber o que lhe responder, Eva...
      ainda há pouco estive a tentar responder-lhe a um comentário mas a ligação falhou sem me deixar completar as palavras... e não está muito segura pois só lhe vejo dois ou três pontinhos onde deveria ver cinco... espero, pelo menos, conseguir deixar este abraço!

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  7. Gostei do seu sorriso franco =) como sempre com palavras muito bem escolhidas. A matemática do poeta que também é a minha, devia dar-se na Escola!

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    1. A foto já tem uns quatro anos, Golimix... o sorriso continua franco, mas... enfim... digamos que está um bocadinho estragado... como diria - disse - o Zé Mário Branco no seu célebre FMI, "faltam-me dentes..."*
      Mas o tempo não está para "limpeza de armas" e muitas coisas essenciais vão faltando a muitos portugueses.
      Esta Matemática é a do construção do sonho e é linda, Golimix!!!

      Abraço grande!

      *Pelo menos a falta de um, vê-se muito bem

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  8. “Bloqueio”

    Não está na violência
    Uma qualquer solução
    Eu falo com a anuência
    Do meu destino na mão

    Basta gerar o bloqueio
    Na rua com um milhão
    E donde a medida veio
    Logo mais duas virão

    Para tapar o devaneio
    Da já longa governação
    Que este buraco cavou

    Desta gente estou cheio
    Quarent’anos já lá vão
    E nada de bom resultou.

    Prof Eta

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    1. Concordo que a não-violência
      Seja medida bastante
      Para impor, nesta emergência,
      Uma força triunfante!

      É trabalho pr`a durar,
      Esta corrida de fundo...
      Não nos podemos cansar
      Por erguer, nas mãos, o mundo!

      Que ninguém tente enganar-nos
      Ou comprar as nossas vozes
      Que jamais se hão-de calar!

      Havemos de revelar-nos
      E de prender os algozes
      Que nos tentem enganar!

      Pronto, Poeta! Cá vai com o meu abraço!


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  9. Poetisa,
    Às vezes fico dias sem escrever, sem deixar a inspiração cair no papel. Nesses dias vejo os seus camonianos e penso comigo: Que tamanha arte e inspiração?

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    1. Bom dia, Poeta Adílio Belmonte!

      É muitíssimo normal que existam esses "intervalos", meu amigo! Eu também os tenho e, às vezes, bem longos... só os sonetilhos-resposta ao Poeta Zarolho é que eu vou conseguindo produzir diariamente. Mas faço-o num registo diferente das publicações e só assim, impondo a mim mesma um improviso imediato, consigo fazê-los... mas sem grandes - nem pequenas! - preocupações de qualidade. Respondo mesmo a primeira coisa que me vem à cabeça assim que leio o sonetilho que ele me envia.
      Muito obrigada pelas palavras amigas de incentivo!
      Um abraço grande!

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  10. Respostas
    1. Um muito feliz dia, Anjo

      Devo estar no meio de uma dessas guerras de redes... a minha ligação está quase, quase desaparecida...

      Abraço grande!

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    2. será o mau tempo também...uma festinha da minha parte
      ao Kico...

      um belo dia pra vocês

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  11. actualmente quando faço umas fotos
    ou um filme
    noto o desgaste e começo a ver
    o dobro do que estou a fazer...hé hé hé

    temos que cuidar-nos
    e eu que até tenho uma aversão danada aos óculos...

    feliz tarde MJ

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    1. Xi, diplopia! Fazes bem em intervalar regularmente, Anjo... eu, pessoalmente, não tenho nenhuma aversão especial aos óculos... a minha algibeira é que tem
      É cá uma "incompatibilidade" entre os dois, eheheheh

      Feliz tarde, mesmo cinzentita! Nós cá a vamos colorindo!

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    2. também sofro desse estigmatismo...

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    3. Parece-me que é um problema endémico, aqui em Portugal... já da "cegueira completa" em que andámos mergulhados durante décadas, parecemos estar a melhorar...

      Tarde cinzentita mas feliz, Anjo!

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    4. e ao que chegámos...

      belo resto de tarde

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    5. É verdade, Anjo... andava tudo com muita falta de visão...

      Por aqui, o tempo vai-se tornando agreste... zunem umas rajadas que já deram para fazer bater portas e janelas... as nuvens parecem uma abóbada de gesso cinzento a descer sobre os telhados e a chuva já "desanca" nas vidraças... vou congelar, este Inverno... ou ainda não mas confesso que o temo um bocadinho...

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    6. nós por aqui
      é chuvinha que cai
      e espero que venha um nevão
      embora para já
      penso que não...gosto das neves...

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    7. Pois eu também gosto, mas só as posso ver de longe... isto está tão fraquito que penso que morria de frio no meio delas...
      Estou, constantemente, a ficar sem ligação... não tenho outro remédio se não desligar e reiniciar...

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    8. experimenta o

      Spybot Search & Destroy...
      que é um antivirus grátis
      e do melhor que há...

      ainda hoje tinha 238 entradas não autorizadas...
      toolbars e mafarronices electrónicas...e nota-se logo

      o desempenho do PC...

      feliz noite MJ

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    9. Não sei como instalar o dito cujo... mas apanhei agora um "pedacinho de rede"... não sei se dá, mas aqui fica

      http://www.rtve.es/noticias/directo2/

      Noite de muita esperança que bem precisa está a ser

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    10. eu vi na tv
      e penso que o fascismo é cada vez mais presente
      no engano que nos assola por parte dos políticos...

      cá pra mim
      eram umas garrafinhas de gasosa e desperdício...Tópas?

      e sobre o Spybot

      http://www.baixaki.com.br/busca.asp?q=Spybot&go=

      deixo o link...vale a pena, um dos dois...

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    11. Tens toda a razão... há muito que o fascismo se vem implantando com pezinhos de lã... obrigada pelo link, Anjo. Vou tentar baixá-lo.

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    12. Já há bom par de anos que não instalo isto... a ver se consigo...
      caramba! Vou ficar sem cigarritos... paciência... gostava de poder mexer-me mais, participar mais... mas parece que escrever é mesmo o que eu devo fazer...

      Bela noite para ti, Anjo

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    13. penso que bloqueia o PC ao instalar
      não te preocupes pois são só uns minutos

      depois e a cada vez que sintas o PC lento

      duas vezes no Icon ou atalho do Spybot
      que demora uns minutos poucos...

      se aparecer uma lista enorme de problemas
      após o primeiro escaneamento
      corrigir os problemas...

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    14. Ainda está a baixar, Anjo... espero conseguir... tenho sempre imensa - total! - dificuldade em instalar seja o que for, aqui... é muito difícil porque carrega tudo e acaba por, no fim, não instalar nada... e olha que não é só "nabice" minha... ando a tentar instalar uns plugins que estão desactualizados e nunca consigo...

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    15. Não o consegui instalar, Anjo... e só consigo dizer-te isto porque me vi obrigada a iniciar o computador em modo de segurança... está estranhíssimo - com uma configuração básica que eu nem conhecia - mas foi a única maneira dele me responder... eu explico; começou a apitar - não é brincadeira, era mesmo uma infindável apitatadela! - e foi-se abaixo completamente... reiniciei-o vezes sem conta, mas nunca respondeu e vi-me obrigada a tentar o tal modo de segurança...
      Bem, sempre é melhor do que desistir e nem sequer tentar vir até cá

      Noite serena para ti, Anjo... desculpa mas não pude mesmo fazer o download do spyware ou anti-spyware... eu não sou grande coisa a lidar com isto e o apito ia-me furando os tímpanos...

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    16. hé hé hé...

      acho que tens por aí tralha
      e o sinaleiro do programa que tens
      conflita um elemento...configuração

      até talvez seja da rede
      mas duvido
      porque até o que uso Security Essencials
      não detectam nada...só ao navegar na rede...

      pedires a alguem que o instale
      pois dá jeito e limpa umas malandrices e espionices
      que fazem os PCs mais lentos e etc...

      Tens o AVASTi ?

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    17. Agora já nem vejo por cá o anti-vírus e não me consigo lembrar do nome do que tinha... espera aí que eu vou ver se ele está escondido no meio dos outros programas... ah, já me lembrei! Era o AVG! Fico limitada a uma configuração muito básica... nem som tenho!

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    18. Restaurar o Pc num dia ou hora que penses estaria bom
      e a funcionar bem...

      eu vou para os lençóis...

      feliz noite

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    19. Não sei restaurar isto, Anjo... e não me deixa entrar no Facebook, o malvadão!

      Sonhos serenos e bonitos para ti

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    20. Já consegui arranjar um ponto de restauro, Anjo! Obrigada pela ideia!!!

      Feliz noite para ti

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    21. Bom dia, Anjo! Ontem ainda consegui restaurar o sistema e, embora não tenha ainda tido tempo para testar o computador, tudo parece estar a funcionar bem. Acabei por nem responder ao Poeta Zarolho porque, entretanto, telefonou-me uma amiga que não via - nem ouvia... - há um bom tempo.
      Dia um pouco mais ensolarado, hoje

      Feliz dia

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  12. “Basta”

    Nunca te dês por vencido
    Volta sempre a começar
    Se tudo parece perdido
    Tens de novo que tentar

    Porque numa eternidade
    Felicidade não está perdida
    Há sempre oportunidade
    Porque é aqui a vida

    Tens cérebro e coração
    Um espírito e uma alma
    Não te sintas desprezado

    É sempre tua a decisão
    Viver a crédito, sem calma
    Ou pôr os fantasmas de lado.

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    1. Desprezada não me sinto
      Mas tive hoje uns acidentes
      E se, por vezes os finto,
      Estes foram persistentes...

      Retomo, mais limitada,
      A missão do dia a dia...
      Melhor que ficar sem nada
      Num pc que se avaria...

      Farei o melhor que possa!
      Continue a desgarrada
      Pois não cedo facilmente,

      Nem fico na pior "fossa"
      Se for bem "desenrascada"
      Num ecrã muito diferente...


      Estou com a formatação do modo de segurança do pc, Poeta! Penso que estou bastante mais limitada nos acessos, mas está a dar para lhe responder. Houve para aqui uma avaria qualquer e foi-se tudo abaixo... mas ainda por aqui estou

      Abraço grande!

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  13. Respostas
    1. Descobri que com o modo de segurança activado, no arranque do computador, fiquei sem poder ouvir os vídeos... não consegui ouvir o do seu blog, Poeta.Penso que também não conseguirei com o da Ponte... mas posso tentar

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    2. Isso é uma grande chatice, ficar com um computador mudo, agora que nem o 1º ministro o é.
      Peça ajuda ao Anjo, já que eu nesse capítulo sou pouco mais que analfabeto.

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    3. Consegui, Poeta! Consegui restaurar o computador!
      Aleluia!

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    4. Só agora vou tentar abrir o link, Poeta... mas não sei se consigo... vi-me aflita para comentar o Chá porque a ligação está um desastre... e ontem... bem, eu nunca tinha ouvido o computador a apitar assim! Pensei que fosse explodir...

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  14. “Imaginação”

    P’ra esse peditório ó meu
    Deste regime que fedia
    Demais o pessoal já deu
    Faz parte da democracia

    Dos poderes consolidados
    Que alternam por definição
    E os corruptos instalados
    Aos quais todos untam a mão

    Nunca houve culpa formada
    Nem provas do desvario
    Que grassa nesta nação

    Creio que não se passa nada
    Investigaram anos a fio
    Deve ser só imaginação.

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    Respostas
    1. Mas qual imaginação?
      Sempre foi uma vergonha
      Esta absurda distinção
      Entre quem manda e... quem sonha!

      Sempre houve luvas, favores,
      E uns tantos que se venderam
      - a quem chamo de traidores! -
      Por lugares que outros lhes deram!

      Com, ou sem culpa formada
      De muitos já nós sabemos
      E, de outros, vamos sabendo...

      Gestão danosa... ou "danada"
      Deste tanto que perdemos
      Mesmo nunca o percebendo...


      Cá vai com um abraço meio desesperado pela falta de net... é a sexta publicação...

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  15. Respostas
    1. Hummmm... será que o o Chá está como a minha ligação? Nem sei se lá chego para beber o cházinho, Poeta

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  16. “Mundo perfeito”

    Comeu feijão com arroz
    Como se fosse um príncipe
    Esse nó no estômago atroz
    Desta fome como acepipe

    Um num bilião sem voz
    Impossibilitado de gritar
    Sentindo repulsa feroz
    Por nada conseguir mudar

    Nesse seu beco imundo
    Onde jaz vivo num papelão
    Seu aconchego, seu leito

    Nada sequer pediu ao mundo
    Aqui não conta a sua opinião
    Neste mundo tão perfeito.

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    Respostas
    1. A fome é a sobremesa
      De muitos, no meu país,
      Nação que teve a grandeza
      De ter um povo feliz

      Que, de repente, se viu
      Roubado nos seus direitos!
      Punamos quem permitiu
      Tanto logro e seus efeitos!

      Nesse enlouquecido operário
      - por acaso, brasileiro -
      Vejo o nosso proletário

      E até o pobre burguês
      Que encontra a vida ao contrário
      Dos mil projectos que fez...


      Abraço grande, Poeta. Espero conseguir...

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  17. ANDAM ROBINS PELOS BOSQUES

    Os Robins sofisticados
    Da nossa indignação
    Esbulham os esfomeados,
    Enchem a pança ao vilão

    Pelos bosques, disfarçados,
    Espalham a confusão…
    Mesmo com os dias contados
    Cumprem a infame missão

    Às ordens vindas de fora,
    Com reverência monástica,
    Dão resposta sem demora

    Obedecem sempre em nome
    Duma tríade com suástica
    Que manda matar à fome.

    Eduardo

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  18. Respostas
    1. Decerto não estará mais contra do que esta minha malvada ligação, Poeta! Ontem perdi vários comentários, incluíndo um sonetilho-resposta ao seu pai... acabei por ter de desistir antes das 23h. Já não aguentava reiniciar a ligação, responder e perder tudo logo em seguida... hoje continua mais ou menos na mesma e eu tenho as caixas de correio a abarrotar...
      Vou ver se consigo chegar ao Chá...

      Eliminar
  19. “Universidade de Verão”

    Na universidade de Verão
    Aprendes a governar
    Oportunidades virão
    P’rás matérias aplicar

    Começas por vereador
    Depois vais a presidente
    Entretanto já és doutor
    No hemiciclo da gente

    Ministro era o teu sonho
    Concretizado aos quarenta
    Mercê da brilhante carreira

    Início dum futuro risonho
    Consultor até aos sessenta
    E uns milhões na algibeira.

    Prof Eta

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    Respostas
    1. Ora bem! Grande verdade,
      Essa, a do favoritismo!
      Porém, na realidade,
      Gerem mal o "realismo"

      Do muito que sofre um povo
      De cigarras e formigas
      Que nada encontra de novo
      Se não mentiras, intrigas...

      Ouvi muito boa gente
      Dizer que o mesmo faria
      Se estivesse em seu lugar...

      Eu não sei se sou diferente
      Mas não me permitiria
      Receber sem o ganhar...

      A muito custo, aqui vai, Poeta.
      A ligação serenou mas o Kico está pior do que nunca e com uma imensa dificuldade em respirar. Ontem perdi, num desses faniquitos da net, um sonetilho-resposta ao seu pai.... fiquei francamente furiosa porque não me tinha sido nada fácil conseguir escrevê-lo... com comentário adicional, e tudo!
      Vou ver se consigo hoje, muito embora esteja com uma "directa" - praticamente não consegui dormir com o Kico neste estado - , febre e muitas dores de cabeça... para além das habituais.


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  20. Respostas
    1. Ah, Poeta... não me lembro se consegui comentar a Construção que ontem ouvi, cantada pelo Ney Matogrosso... acho que a ligação caiu antes de conseguir publicá-la... mas vou já ver!

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  21. “Escravo da liberdade”

    Onde começa a liberdade
    Se alguma vez começou
    Para que saibas a verdade
    Antes de começar acabou

    Começou a lenta asfixia
    Sob uma capa disfarçada
    Que a vida livre prometia
    Enquanto nos era retirada

    Agora perante a evidência
    Dum beco já sem saída
    As doses de maledicência

    Não mudam a causa perdida
    Livre um dia da existência
    Para ser escravo tod’a vida.

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    Respostas
    1. Nunca tive vocação
      Para ser tão escrava assim...
      Deixo a minha opinião,
      Mesmo próxima do fim...

      Um mundo novo é possível
      Por muito que custe a crer
      Que esta "armadilha invisível"
      Não deite o mundo a perder...

      Se o beco não tem saída,
      Abramos-lhe, então, agora
      Uma entrada, uma janela!

      Eu aposto a minha vida
      Em como chegou a hora
      De entrarmos todos por ela!


      Poeta, aqui vai um tanto ou quanto apressado... preciso mesmo de tratar do Kico... abraço grande!

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  22. Respostas
    1. O Kico está com um edema pulmonar. Custou-me muito a chegar lá, mas fui ao Vetpatas com ele. Já não sei o que será melhor... ele tem aguentado tanta coisa, tanta, que todos ficam espantados de o verem, ainda, por cá... esperemos que a aflição da falta de ar melhore um pouco e que ambos consigamos ter uma noite descansada. Estou que não me aguento. Mas vou já à Ponte, Poeta!

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    2. As melhoras e um bom descanso.

      Só um aparte, gostei desse nome Vetpatas.

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    3. Eu também o acho um nome muito, muito bem conseguido!
      O Kico, por enquanto, ainda está "por cá"... espero que passe uma noite um pouco mais sossegada, hoje, com a nova medicação... nem eu nem ele temos dormido nada... pelo menos "nada" em termos de continuidade. As crises de falta de ar são muito ruidosas e ele tem estado sempre com elas...

      Obrigada e um abraço grande para si!

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  23. “Portugal anunciado”

    Somos laboratório social
    Do desastre anunciado
    Nesta atmosfera radical
    Dum regresso ao passado

    Que dizem ser neoliberal
    Mas eu acho que é o fado
    Dum país que é Portugal
    Ao seu destino amarrado

    Oito séculos d’existência
    A viver do ouro acumulado
    Conclui-se da experiência

    Somos um povo destinado
    A lutar pela subsistência
    Não é brilhante o resultado.

    Prof Eta

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    Respostas
    1. ... do desastre anunciado,
      Estranhamente pressentido
      Que, decerto, não é fado
      Nem é pr`a ser permitido,

      Está tudo a ser convocado
      - mesmo estando dividido -
      Para ficar bem acordado
      Depois do sono dormido...

      De que havemos de lutar,
      Disso não duvido, não!
      Temos mesmo de o fazer!

      Haverá que organizar,
      Dar corpo à revolução
      Sem deitar tudo a perder...


      Abraço grande, Poeta!

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  24. “Humana jaula”

    Mandam e nós pagamos
    Não há outra condição
    Ou margem p’ra enganos
    Nem espaço à revolução

    Os humanos revoltados
    Levam bastonadas no pêlo
    Os humanos fraccionados
    Não respondem ao apelo

    Os humanos venderam
    A sua consciência social
    Ao fascínio de consumir

    Na sociedade que criaram
    Para o bem e para o mal
    Donde não conseguem sair.

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    Respostas
    1. Isso não! Ou vai ou racha!
      O momento é de batalha
      E quem nela não se encaixa,
      É mais um que, a nós, nos falha!

      Não de batalha sangrenta,
      Mas das de exercer pressão
      Sobre esta corja nojenta
      Que deu cabo da nação!

      Em nós cresce a tal consciência
      Da classe trabalhadora
      Que alimenta os corrompidos,

      Em nós cresce essa impaciência
      De quem semeia e labora
      Bens bem mais distribuídos!


      Abraço grande, Poeta!
      O Kico foi ao Vetpatas outra vez e ainda está por cá. Está num estado muito mauzito, mas ainda vive!

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  25. INTELIGENTES e IGNORANTES

    Sou pela TSU
    Porque sou inteligente
    O ignorante, és tu
    Que vês de modo diferente

    E na rua tanta gente
    A rejeitar o menu
    Só o Borges omnipotente
    Não vê que o rei vai nu…

    Na sua Universidade
    Tudo será reprovado
    Por não ver a verdade

    Por sua benevolência
    É o Relvas aprovado
    E com nota de excelência.

    Eduardo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Se é duma ou doutra maneira,
      Tanto faz porque, afinal,
      No meio de tanta asneira,
      Sempre paga Portugal...

      Estou numa imensa canseira
      E isto está-me a sair mal
      Mas tento, numa carreira,
      Escrever-lhe um texto banal

      Quanto ao senhor que expressou,
      Há pouco, essa afirmação,
      Já nem sequer me espantou...

      Tenho ouvido enormidades
      Que não diria o meu cão
      Que nem diz barbaridades...


      Desta vez penso conseguir enviar-lhe a minha resposta rimada, amigo Eduardo.
      Na confusão, perdi o rasto ao seu outro sonetilho... a que respondi. Eu explico; respondi-lhe num daqueles dias em que a ligação estava péssima e tudo se me "evaporou" antes de eu ter tido tempo para copiar fosse o que fosse.
      Muito obrigada por mais este poema que tanto enriquece este blog.
      Um enorme abraço para si e Maria dos Anjos!

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  26. “Sem guito”

    Acreditar não acredito
    Quem poderá acreditar
    Se anda tudo sem guito
    Já só podemos cantar

    Eu podia ser deputado
    Não tinha que me ralar
    Mas quero ser honrado
    Só gostava de trabalhar

    Não m’importa o local
    Só me apetece chorar
    Mas p’ra não desidratar

    Vou ter que m’aguentar
    Sou nascido no Juncal
    Mas um cidadão global.

    Prof Eta

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não consigo responder-lhe... mal consigo alinhavar meia dúzia de palavras com significado, Poeta. Espero estar melhor amanhã.
      Abraço grande.

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  27. Respostas
    1. E eu com um tremendo pico de hipertensão... vou tentar ir lá, mas estou quase, quase sem rede e, há pouco, no Rádio Horizontes, não tinha som...

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  28. INDIGNA-TE

    Se a ira fosse um pecado
    A opor à mansidão
    Urgiria pôr de lado
    Uma tal oposição,

    Pois até Cristo, irado,
    Expulsou o vendilhão
    Que exercia o mercado
    À laia de usurpação.

    Se estás indignado
    Grita alto a indignação…
    Não podes ficar calado

    Humilha o sempre exaltado
    E esfola o vilão,
    Ou serás tu o esfolado.

    Eduardo

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    Respostas
    1. Muito obrigada por mais este excelente sonetilho, amigo Eduardo. Hoje não estou mesmo em condições de responder. Estou com a tensão arterial muitíssimo alta e não me sinto nada bem. Está-me a ser muito difícil escrever, mesmo estas banalíssimas linhas.
      Um abraço grande e desculpe-me.

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  29. Respostas
    1. E eu continuo a sentir-me muito mal, Poeta. Vou até lá mas não prometo escrever nada que jeito tenha.
      A tensão sobe muito sempre que me esforço e o Kico, neste estado, exige-me um esforço constante.

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  30. “O banquete”

    Chegou a austeridade
    Aí pelas três da tarde
    Por favor tende piedade
    Que morro de ansiedade

    Nesta porra de sociedade
    Que não nos diz a verdade
    Mas apregoa a equidade
    P’ra nos matar com vontade

    E eu que morro sem saudade
    Dos que sugam vitalidade
    Ao imporem a mortandade

    Fazem parte da irmandade
    Que não alcança a saciedade
    No banquete sem moralidade.

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    Respostas
    1. Muito bom, Poeta!

      Nada ouvi, nada escutei,
      Mas depressa percebi
      Que estes impostos, pr`á grei,
      São de qui-qui-ri-qui-qui...

      Vão-se os pobres dos salários
      E não há quem anteveja
      Que eles possam ser necessários
      Seja pr`àquilo que seja

      Que nos mate esta fominha,
      Qu`enriqueça este país,
      Qu`eduque as nossas crianças

      Ou que apague essa tal linha
      Que torna o povo, infeliz
      A bem das régias Finanaças!


      Está horrível, eu sei, mas foi porque teve de nascer "a martelo" e eu continuo a não estar nada bem.
      Abraço grande, Poeta!

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    2. Ai, como eu estou! Saiu Finanaças em vez de Finanças!!!

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