Sim, Elvira, hoje e sempre recordaremos e defenderemos esse Abril de 1974. Obrigada pelo seu cuidado com a minha saúde que, infelizmente, não vejo melhorar.
Seria muito bom que os ideais de Liberdade continuassem viçosos, como os cravos de Abril, Maria João! Ainda que, o passar dos anos, tenha feito adormecer muitas vontades e galvanizado interesses duvidosos.
O passar dos anos e as traiçoeiras armadilhas do capitalismo fizeram adormecer muitas vontades e galvanizaram interesses duvidosos, mas dentro de muitos de nós os ideiais da Liberdade continuam tão viçosos quanto os cravos de Abril
Peço desculpa de só agora vir comentar, mas estou com a leitura dos meus blogs preferidos atrasadíssima. Hoje já é Primeiro de Maio, mas vem mesmo a calhar. Que floresçam mil cravos vermelhos e que a Maria João os veja florir.
Veio num momento perfeito, Fernando. É impossível desligar o 25 de Abril do 1º de Maio, neste jardim à beira mar plantado.
Também eu, por falta de saúde e crescentes dificuldades visuais, me vi na contingência de reduzir drasticamente as minhas leituras. Compreendo-o perfeitamente, acredite.
Hoje e sempre, enquanto a memória me não atraiçoar.
ResponderEliminarEspero e desejo que esteja a recuperar a saúde ainda que devagarinho.
Abraço
Sim, Elvira, hoje e sempre recordaremos e defenderemos esse Abril de 1974.
EliminarObrigada pelo seu cuidado com a minha saúde que, infelizmente, não vejo melhorar.
Um grande abraço.
Seria muito bom que os ideais de Liberdade continuassem viçosos, como os cravos de Abril, Maria João! Ainda que, o passar dos anos, tenha feito adormecer muitas vontades e galvanizado interesses duvidosos.
ResponderEliminarUm beijinho com votos de boa recuperação.
É bem verdade, Janita.
EliminarO passar dos anos e as traiçoeiras armadilhas do capitalismo fizeram adormecer muitas vontades e galvanizaram interesses duvidosos, mas dentro de muitos de nós os ideiais da Liberdade continuam tão viçosos quanto os cravos de Abril
Obrigada e um grande beijinho.
Somos muitos, muitos mil
ResponderEliminara defender
Cravos de Abril
E foi tão bonito ouvir
uma escola em peso
dizendo o poema de Ary
Deve ter sido um momento ímpar, Rogério
EliminarAbraço de uma eterna não-ausente.
Bom fim de Semana
ResponderEliminarBeijinhos de aqui
e boa recuperação é que é necessária
Bom fim-de-semana também para ti, Anjo
EliminarBeijinhos e que aproveites bem a neve que ainda veste de branco a tua serra.
Votos de Saúde. Viva, Abril. E que venha Maio, "maduro Maio..." Francisco.
ResponderEliminarBom dia, amigo Francisco.
EliminarMaio, o "maduro Maio", está mesmo a chegar. Já vislumbramos ao virar da esquina o seu glorioso dia primeiro.
Agradeço e retribuo os votos de saúde.
Abraço
Mais uma Semana
ResponderEliminarmais um bom dia
que desejo seja sorridente de alegria
Beijinhos e boa recuperação
Obrigada, Anjo.
EliminarQue tenhas uma excelente semana e um festivo 1º de Maio.
Beijinhos
Peço desculpa de só agora vir comentar, mas estou com a leitura dos meus blogs preferidos atrasadíssima. Hoje já é Primeiro de Maio, mas vem mesmo a calhar. Que floresçam mil cravos vermelhos e que a Maria João os veja florir.
ResponderEliminarFernando Ribeiro
Veio num momento perfeito, Fernando. É impossível desligar o 25 de Abril do 1º de Maio, neste jardim à beira mar plantado.
EliminarTambém eu, por falta de saúde e crescentes dificuldades visuais, me vi na contingência de reduzir drasticamente as minhas leituras. Compreendo-o perfeitamente, acredite.
Um forte abraço e votos de um festivo 1º de Maio.
"Insustentável"
ResponderEliminarJá não consigo chorar
O riso sai-me torcido
E na hora de amar
Pena não ter sofrido
Já na hora de gritar
Pena não ter sido ouvido
Na hora de navegar
Pena não haver partido
Esta a leveza do ser
Por não haver certeza
De lhe ter pertencido
E se uma certeza houver
É a insustentável leveza
Do contrapeso vencido.
Prof Eta
Insustentável II
Eliminar"Do contrapeso vencido"
Pouco ou nada me sobrou,
Nem meu riso é distorcido
Por algo que já passou
Por maior que tenha sido,
Por mais que afronte o que sou,
Mas sobrou-me, em diferido,
Sentir que tudo mudou,
Pois se a Musa não me assiste,
Confesso que fico triste,
Confirmo que perco o rumo...
Falo dela... e nem existe,
Muito embora me conquiste
Se sobre mim cai a prumo.
Maria João
Bom dia, Poeta
Cá vão o meu martelado sonetilho e o forte abraço de sempre.