UM POENTE DIFERENTE, À BEIRA-TEJO - Cavalo desenhado a ferro e fogo
Quis falar do Mondego e, na verdade, É desta foz do Tejo que vos falo, E cresce cá por dentro a voz que calo Pr`a conter as saudades sem saudade. Solta-se o sonho oblíquo à claridade E a linha de horizonte é um cavalo Que não sei se lá está, se imaginá-lo É mera ilusão de óptica, ou vontade, Pois galopa um poente à beira Tejo Rumo a estranhas lonjuras que nem vejo Por estarem tão além do meu futuro Que, do que vi, me sobra o claro espanto De um cavalo-solar que aqui levanto Rasgando, a ferro e fogo, um céu já escuro. Maria João Brito de Sousa – 01.11.2011 – 16.00h
E como hoje
ResponderEliminaré dia de S. João
fazem-se quadras
a tudo e até ao Coração, o da Paixão
Bom dia com alegria e beijinhos de aqui MJ
Bom dia de S. João
Eliminarque embora em confinamento
sempre alguma animação
há-de haver, cá no convento
*
Da minha eterna clausura
porque embora sem fogueira
vou de ternura em ternura
e lavo as mãos... à torneira, rsrsrs
*
Se do mais pequeno gesto
pode nascer festa rija,
vou torcer pelo protesto
que a nossa saúde exija!
Mª João