UM VOO DE PARDAL - Soneto muito ligeiro, dedicado à Ligeirinha
UM VOO DE PARDAL * Eu, que tanto o pratico, sei tão mal As razões de voar do próprio engenho… Sinto que é muito meu, mas sei-o estranho E chego a acreditá-lo original Por vezes, volitando, é um pardal Que por mim passa a ver quando o detenho, Sabendo que eu, sem asas, não desdenho Um timorato adejo ocasional… E logo as mãos me adejam no teclado Por causa de um pardal me ter tentado, Por obra de tão parca tentação Que é caso pra dizer que ter voado Tem sempre uma razão, sempre um culpado E as culpas nunca são da própria mão… Maria João Brito de Sousa – 05.09.2012 – 20.10h Imagem de pardoca, retirada da net, via Google
E como hoje
ResponderEliminaré dia de S. João
fazem-se quadras
a tudo e até ao Coração, o da Paixão
Bom dia com alegria e beijinhos de aqui MJ
Bom dia de S. João
Eliminarque embora em confinamento
sempre alguma animação
há-de haver, cá no convento
*
Da minha eterna clausura
porque embora sem fogueira
vou de ternura em ternura
e lavo as mãos... à torneira, rsrsrs
*
Se do mais pequeno gesto
pode nascer festa rija,
vou torcer pelo protesto
que a nossa saúde exija!
Mª João