AMAR

AMAR ...
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Fora tão só amar perdidamente
Sem se oscilar nesta indefinição
De deveras amar ou ser paixão
Quanto nos incendeia internamente...
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Fora tão só dizer-se o que se sente
Quando se sente assim, qual compulsão,
Algo a que não se sabe dizer não,
Mesmo quando se nega e se desmente...
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Sabe-se lá o que é, concretamente,
Isto que sempre foi contradição
E, às vezes, nos parece transcendente,
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Isto que encanta, que é fascinação
E, tão à semelhança da semente,
De um quase nada faz-se imensidão.
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Maria João Brito de Sousa - 02.02.2021 - 16.41h
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Soneto inspirado no poema homónimo do poeta Custódio Montes
O amor é o tema mais versado na poesia, é a causa de tantos problemas e alguns bastante graves mas nunca lhe viramos as costas.
ResponderEliminarUm abraço e saúde.
L
É bem verdade, L.
EliminarObrigada, um abraço e muita saúde!
"De um quase nada faz-se imensidão?"
ResponderEliminarTira dessa expressão o ponto de interrogação
e muda-o para exclamação
a_mar tem mesmo essa dimensão
do mar
Ai, caramba!!! Acreditas, Rogério, que reeditei o soneto aqui, no FB e no HP, para fazer algumas pequeninas reformulações e que o raio do ponto de interrogação me escapou? Nem de ponto de exclamação precisa; é ponto final e... pronto!
EliminarObrigada! Vou reeditar de novo...
Abraço grande
Amor imenso
ResponderEliminare de marca MJB de Sousa
que vejo, lá no topo
Bom dia com alegria e fantasia, beijinhos
Bom dia, Anjo!
EliminarÉ verdade; não podemos deixar que a alegria nos seja arrancada pela raiz...
Beijinhos