NAS TUAS MÃOS
Fotografia de Carlos Ricardo * NAS TUAS MÃOS * Nas tuas mãos eu, ave, te confesso Que esvoaço, sucumbo e, já rendida, Procuro nessas mãos uma guarida Em que a chama que sou não tenha preço * Eu, ave, só te entrego o que não peço: Submeto-me à carícia prometida Nas asas da loucura em mim escondida Que tu não sonharás e eu nem meço * E que outra ave marinha ofertaria Tanta e tão profundíssima alegria, Que outra alma se daria em seda pura? * As tuas mãos… quem mais se atreveria A desvendar-lhes sede e fantasia Para enchê-las de amor e de ternura? * Maria João Brito de Sousa Maio 2007 ***
Admiramos a beleza do Outono mas o Verão... ah o Verão, como gostaríamos que não desse lugar ao Outono.
ResponderEliminarUm abraço.
L
No meu caso, L., é por razões muito práticas que mil vezes prefiro o Verão:
EliminarNo Verão, consigo vestir-me sozinha porque só uso umas calças leves e uma T-shirt ou uma túnica, a conta da energia elétrica desce para menos de metade dos valores de Inverno e deixo de sofrer de hipertensão arterial porque o calor é vaso-dilatador. Já no Inverno, preciso de ajuda para enfiar meia dúzia de camisolas velhas, leggings e calças por cima, dois pares de meias... bem, tudo quanto me couber sobre o corpo, que eu muito facilmente entro em hipotermia. As contas de energia disparam porque tenho de ligar o irradiador e a tensão arterial também, além de passar o tempo todo constipada e com mais dores por todo o corpo. Não há poesia nenhuma nisto, mas é a minha realidade...
Obrigada e outro forte abraço!
Tou indo indo
ResponderEliminar