UM POENTE DIFERENTE, À BEIRA-TEJO - Cavalo desenhado a ferro e fogo
Quis falar do Mondego e, na verdade, É desta foz do Tejo que vos falo, E cresce cá por dentro a voz que calo Pr`a conter as saudades sem saudade. Solta-se o sonho oblíquo à claridade E a linha de horizonte é um cavalo Que não sei se lá está, se imaginá-lo É mera ilusão de óptica, ou vontade, Pois galopa um poente à beira Tejo Rumo a estranhas lonjuras que nem vejo Por estarem tão além do meu futuro Que, do que vi, me sobra o claro espanto De um cavalo-solar que aqui levanto Rasgando, a ferro e fogo, um céu já escuro. Maria João Brito de Sousa – 01.11.2011 – 16.00h
Admiramos a beleza do Outono mas o Verão... ah o Verão, como gostaríamos que não desse lugar ao Outono.
ResponderEliminarUm abraço.
L
No meu caso, L., é por razões muito práticas que mil vezes prefiro o Verão:
EliminarNo Verão, consigo vestir-me sozinha porque só uso umas calças leves e uma T-shirt ou uma túnica, a conta da energia elétrica desce para menos de metade dos valores de Inverno e deixo de sofrer de hipertensão arterial porque o calor é vaso-dilatador. Já no Inverno, preciso de ajuda para enfiar meia dúzia de camisolas velhas, leggings e calças por cima, dois pares de meias... bem, tudo quanto me couber sobre o corpo, que eu muito facilmente entro em hipotermia. As contas de energia disparam porque tenho de ligar o irradiador e a tensão arterial também, além de passar o tempo todo constipada e com mais dores por todo o corpo. Não há poesia nenhuma nisto, mas é a minha realidade...
Obrigada e outro forte abraço!
Tou indo indo
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