SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***
Admiramos a beleza do Outono mas o Verão... ah o Verão, como gostaríamos que não desse lugar ao Outono.
ResponderEliminarUm abraço.
L
No meu caso, L., é por razões muito práticas que mil vezes prefiro o Verão:
EliminarNo Verão, consigo vestir-me sozinha porque só uso umas calças leves e uma T-shirt ou uma túnica, a conta da energia elétrica desce para menos de metade dos valores de Inverno e deixo de sofrer de hipertensão arterial porque o calor é vaso-dilatador. Já no Inverno, preciso de ajuda para enfiar meia dúzia de camisolas velhas, leggings e calças por cima, dois pares de meias... bem, tudo quanto me couber sobre o corpo, que eu muito facilmente entro em hipotermia. As contas de energia disparam porque tenho de ligar o irradiador e a tensão arterial também, além de passar o tempo todo constipada e com mais dores por todo o corpo. Não há poesia nenhuma nisto, mas é a minha realidade...
Obrigada e outro forte abraço!
Tou indo indo
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