A FLORESTA - Reedição
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A FLORESTA - Reedição
*
Pintei numa floresta cogumelos
Sob árvores azuis, como Gauguin,
E adornei as neblinas da manhã
De violetas e de ocres muito belos
*
Fui colorindo o fundo de amarelos,
Conversei com Diana, abracei Pã,
Provei o verde polme da maçã
E entrancei ramos de hera nos cabelos...
*
Não houve nenhum sol, nenhuma lua
Que ousasse reclamar-me a sua posse,
Ou que reivindicasse o seu destino,
*
Porque ela, omnipresente, agreste e nua,
De aspecto inacabado e sabor doce,
Nasceu-me de um soneto em desatino.
*
Maria João Brito de Sousa
25.09.2009
***
Lindíssimo, como sempre minha amiga! Não tenho cá vindo, há sempre algo que fica para amanhã...
ResponderEliminarBeijinhos, e um lindo fim-de-semana 🌷🌼
Obrigada, Sandra!
EliminarTambém eu estou a vestir-me à pressa pois vou ter de sair...
Bom fim-de-semana e um beijinho grande!
Entrei na tua floresta
ResponderEliminarpasseei por ela
ouvi tua conversa com Diana,
vi teu abraço a Pã,
copiei teu gesto
poético
e fui provar o verde polme da maçã
Obrigada, Rogério!
EliminarFoi exactamente para isso que engendrei e partilhei esta floresta!
Forte abraço!