SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***
Um poema interessante que me veio lembrar a sensação que tenho que, quanto menos tempo temos, mais lentamente fazemos o que temos para fazer, para que seja mais perfeito. Ou serei só eu que penso assim?
ResponderEliminarUm abraço.
L
Não, L., não é o único a sentir que quanto menos tempo tem, mais lentamente faz seja o que for. Eu sinto-o também em tudo o que faço, excepto na poesia porque aí sou eu quem dita o tempo e, se a Musa estiver de feição, quanto mais rapidamente, melhor. O pior é quando a Musa me foge e lá tenho eu de me ir arrastando verso a verso...
EliminarObrigada e outro forte abraço
Gostei de ler como gosto sempre
ResponderEliminar.
Feliz fim de semana … (14 anos)
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Obrigada, Ryk@rdo!
EliminarUm abraço!
Muito interessante. Eu gostava de fazer ainda tanta coisa, mas o tempo é cada vez mais curto.
ResponderEliminarAbraço, saúde e bom domingo
Também eu, Elvira, também gostava de escrever ainda por uns aninhos, mas
Eliminaro tempo voa tão mais depressa quão menos jovens vamos estando...
Bom Domingo, muita saúde e um abraço!
Tou indo indo, pfiuuu que tá frio
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