SONETO - 8
SONETO - 8 * Pra que amanhã do luto nasça a luta, Rego os cravos vermelhos que secaram Renego os deuses que me desprezaram E transformo a fraqueza em força bruta * Inda que irresolvida, resoluta, Cuspo nessoutros que os cravos pisaram E sobrevivo a quantas dor´s me varam Assim que as mãos retornam à labuta * Revejo-me nos cravos que resistem: Inda que em solo hostil estejam plantados Jamais se vergarão aos que os conquistem * Rompem mordaças, quebram cadeados, Derrubam muros, mesmo os que inexistem, E não se rendem quando espezinhados! * Mª João Brito de Sousa 20.05.2025 - 00.05h * Sonetos da Contagem Decrescente ***

É genial onde vai buscar a sua inspiração.
ResponderEliminarUm abraço.
L
Eu sei lá, L. ... Creio que foi a minha amiga Cotovia que me levou a escrever estas quadras por me ter confessado que em vez de "crupe" leu "trupe" e só no final se apercebeu do que se tratava.
EliminarObrigada e outro abraço
aí ai a minha vida, sempre a baralhar Pessoas e conceitos graças às minhas distracções e actos falhos desde 1968 . Comentei nas montanhas, mas agradeço novamente aqui, obrigada querida Mª João!
EliminarMinha querida Cotovia, no que toca a actos falhados, sou especialista desde 1952... ou um pouco mais, porque não nasci a falar, rsrsrsrsrs
EliminarQuem agradece sou eu porque, com as novas drogas que me impingiram para a dor crónica e cãibras, só mesmo com um empurrãozinho é que consigo escrevinhar umas choisitas
Um grande xi
O postal é um encanto.
ResponderEliminarL
O postalzinho faz parte de uma enorme colecção de postais da infância do meu avô poeta. Infelizmente só três chegaram inteiros ao século XXI.
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