NATUREZA
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Imagem gerada pelo Chat-GPT
após leitura/processamento do soneto
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NATUREZA
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Ah, como é delicada a Natureza
Que se pode mostrar rude e brutal...
Num dia vem com vestes de princesa,
No outro, usando cota de metal,
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Contra nós arremete com dureza
E ruge enfurecida e faz-nos mal...
Possui, contudo, uma imensa beleza
E é fascinante ainda que letal
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É pai e mãe de toda a criatura
Que existe ou existiu sobre o planeta
A que chamamos Terra, embora o Mar
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Transcenda, em muito, a terra seca e dura
E del` nascesse a Vida, essa secreta,
Maravilhosa coisa por explicar!
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Mª João Brito de Sousa
14.06.2025
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Soneto dedicado a Teresa Palmira Hoffbauer
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Sonetos da Verde Esperança
Lindo, como a Natureza.
ResponderEliminarBom domingo, Maria João.
Um abraço
Muito obrigada, Cheia!
ResponderEliminarEspero conseguir mais uma uma noite de sono, ou seja, uma noite sem as horríveis cãibras...
Bom Domingo e outro abraço!
A natureza surpreende-nos com tamanha beleza .
ResponderEliminarAs vezes , ruge forte e impetuosa para demonstrar que requer cuidados e respeito.
Durma bem, minha Maria Flor
Muito obrigada, querida Lis
ResponderEliminarAgora estou a ver o Masterchef júnior, que eu também gosto de ver estas coisas divertidas e ligeiras enquanto não vem o João Pestana...
Uma noite doce e serena também para ti
Muito obrigada por dedicar-me este belo soneto sobre a natureza.
ResponderEliminarÉ uma obra que revela, com grande sensibilidade e erudição, a dualidade intrínseca no mundo natural: a sua delicadeza e a sua força, a sua beleza e a sua ferocidade. A Maria João habilmente nos conduz por uma reflexão profunda, destacando como a natureza, embora possa parecer rude e brutal na sua manifestação mais severa, é ao mesmo tempo, uma fonte inesgotável de fascínio e de beleza sublime. A personificação da natureza como uma entidade que veste diferentes "vestes" — ora de princesa, ora de guerreira de metal — evidencia a sua mutabilidade e a sua capacidade de nos surpreender. A menção à sua condição de mãe e pai de toda a vida reforça a ideia de que ela é a origem de tudo, o berço da existência, transcendendo até mesmo o mar, que, na sua vastidão, guarda mistérios e maravilhas por explicar.
Abraço, agradecendo-lhe novamente a sua atenção para comigo e com o meu texto sobre uma natureza muito mais utópica do que a realidade nos mostra.
Bom dia, Teresa.
ResponderEliminarComo costumo dizer, os poemas que escrevo "caem-me em cima" e são fruto de um impulso que instantaneamente se transforma em compulsão. Sempre que a sua fonte é uma palavra, uma ideia ou um poema de um/a amigo/a dos blogs, tenho por hábito dedicar-lhe o poema que pode ser um soneto, que ficará neste blog, ou qualquer outro formato da poesia metrificada que, habitualmente, publicarei no Montanhas.
Sou eu quem lhe agradece a generosidade das palavras que dedica a este Natureza.
Por aqui, o dia nasceu lindo e soalheiro prometendo uma tarde de muito, muito calor. Valha-nos uma brisa que vai agitando as árvores e os recém floridos agapantos do passeio Vitorino Nemésio
Não me agradeça. Foi a Teresa quem me "empurrou" para os braços deste soneto.
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Um abraço desta minha bela Oeiras
Bonita dedicatória a uma companheira deste mundo dos blogues.
ResponderEliminarA natureza é deslumbrante, o homem na sua ganância desafia os elementos e aí a natureza mostra o seu poder, sobre os que a desafiam e sobre os que apenas sofrem.
Um abraço.
L
Na Natureza destoa / Por demais, o Ser Humano / Rugido de guerra ecoa / No Mundo, por esse insano!
ResponderEliminarSaúde e Paz!
(Só sei escrever quadras. O meu estro não se compara, nem pretende, com a inexcedível Musa de Mª João!)
Mas é uma belíssima quadra que eu muito lhe agradeço, Francisco!
ResponderEliminarSaúde e PAZ, meu amigo!
Muito obrigada, L.
ResponderEliminarDentre a infinitude de deuses que têm sido adorados pelo ser humano desde os seus primórdios, a natureza é a única deusa de cuja existência ninguém pode duvidar...
Um abraço