DIA DE S. NUNCA À TARDE
E se a nuvem que passa não passasse? Se a chuva não parasse de cair, Se o vento não cessasse de zunir E o sol nunca mais te iluminasse? Se mais nenhum poeta “poetasse”, Se o mundo se esquecesse de sorrir E mais nenhum de nós quisesse abrir Os braços para alguém que a nós se abrace? Ah! Homens sem sorriso ou poesia São sucedâneos de homens, não são gente! São pavio de uma vela que não arde! Não seria, então, mundo o que haveria, Nem a vida seria omnipresente! Seria um dia de… S. Nunca à tarde! IMAGEM RETIRADA DA INTERNET A caminho de http://fabricadehistorias.blogs.sapo.pt/